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publicado em 25/02/2013 às 07h49: atualizado em: 25/02/2013 às 09h15

Tombini diz que Banco Central mira inflação, não crescimento do País

Centro da meta é de 4,5%, mas prévia de fevereiro apontou taxa de 6,18%

Reuters

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O Banco Central determina a política monetária com base na inflação, não em qualquer meta de crescimento econômico, afirmou o presidente da autoridade monetária, Alexandre Tombini, em entrevista publicada no site do Wall Street Journal no último domingo (24), em meio a crescentes expectativas de um possível aumento dos juros neste ano.

A inflação em 12 meses acumulou alta de 6,18% em fevereiro de acordo com dados do IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15) divulgados na semana passada, após alta de 0,68% no mês. A desaceleração aquém do previsto do índice reforçou expectativas de alta da Selic nos próximos meses.

— Nossa meta é inflação, então temos que ajustar e calibrar nossas políticas para atingir nossas metas. Crescimento não é uma meta para o Banco Central.

Um porta-voz do Banco Central não pôde ser encontrado imediatamente para comentar. A meta de inflação do governo é de 4,5% pelo IPCA com margem de mais ou menos dois pontos percentuais.

— A inflação nos últimos meses mostrou mais resiliência do que gostaríamos que mostrasse. Estamos observando de perto esses acontecimentos.

A próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) acontece em 5 e 6 de março. As taxas de DI chegaram a precificar probabilidade superior a 50% para uma alta de 0,25 ponto percentual nesta próxima reunião. Para o encontro de maio, a chance para um acréscimo de 0,50 ponto percentual chegou a 100%.

Câmbio não é instrumento para frear inflação

Economia brasileira está se tornando um enigma

Dilma promete baixar inflação em 2013

O Brasil deu início ao ciclo de corte da Selic em agosto de 2011, quando as taxas de juros de dois dígitos afetavam o fluxo de capital aos mercados financeiros do País, elevando o valor do real.

As intervenções do BC no mercado de câmbio desde então deram a muitos investidores a impressão de que o governo estava tentando enfraquecer o real para dar suporte à indústria local, como parte da chamada guerra cambial.

—Não acho que isso seja uma guerra para o Brasil disputar neste momento.

Inflação em alta vai na contramão da AL

Ele afirmou que o BC trabalha para reduzir a volatilidade no mercado cambial e não espera uma repetição do ano passado, quando o real perdeu quase 10% contra o dólar.

— Não vejo o mercado conduzindo o real dessa maneira.

Tombini também descartou a ideia de que o recente fortalecimento do real faz parte de um esforço do governo de combater a inflação ao baratear as importações.

— Nada disso é a realidade. A taxa de câmbio não é um instrumento para combater a inflação ou sustentar o crescimento econômico.

 

 
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