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publicado em 12/04/2011 às 06h02:

Veja o que o Brasil mais compra e vende da China

Redução de imposto estadual beneficia entrada e deixa produtos estrangeiros mais competitivos

Raphael Hakime, do R7

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A relação comercial entre Brasil e China se resume a, praticamente, venda de matérias-primas brutas – como minério de ferro e soja – e recursos naturais – como petróleo - para o país asiático e compras de produtos de alta tecnologia – como peças para televisão, computadores e celulares - ou industrializados.

As compras brasileiras, no entanto, se concentram em praticamente três produtos, enquanto a lista de itens vendidos para o país é muito mais pulverizada, de acordo com dados do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior).

Em 2010, quase 40% das vendas brasileiras foram de minério de ferro – primeiro da lista de mais vendidos. Por outro lado, o produto mais vendido pelos chineses foi componentes eletrônicos para televisão e rádio, com menos de 5%.

Veja a lista de produtos que o Brasil mais vendeu para a China em 2010 

1º - Minérios de ferro não aglomerado e seus concentrados
Participação no total: 39,56% 
2º - Soja
Participação: 23,17% 
3º - Petróleo bruto 
Participação: 13,17%
4º - Minérios de ferro aglomerados e seus concentrados 
Participação: 3,76%
5º - Pasta química de madeira 
Participação: 2,95%
6º - Óleo de soja bruto 
Participação: 2,54%
7º - Açúcar de cana bruto 
Participação: 1,64% 
8º - Aviões e veículos aéreos 
Participação: 1,20%
9º - Fumo 
Participação: 1,11%
10º - Ligas de Ferro-nióbio 
Participação: 1,05%

Veja as mercadorias que o Brasil mais comprou da China em 2010

1º - Partes para aparelhos de radiodifusão e televisão 
Participação no total: 4,6%
2º - Dispositivos de Cristais Líquidos (LCD) 
Participação: 1,96%
3º - Partes para aparelhos de telefonia e telegrafia 
Participação: 1,74%
4º - Tela para microcomputadores portáteis 
Participação: 1,59%
5º - Lâmpadas fluorescentes 
Participação: 1,07%
6º - Aparelhos de ar condicionado modelo “split” para janelas 
Participação: 0,99%
7º - Circuito Impresso 
Participação: 0,98%
8º - Outros circuitos integrados 
Participação: 0,96%
9º - Terminais portáteis de telefonia celular 
Participação: 0,96%
10º - Circuitos com componentes eletrônicos ou eletrônicos montados 
Participação: 0,92% 

Guerra fiscal

A maioria dos empresários brasileiros reclama que o produto estrangeiro – incluindo o chinês – entra no Brasil e paga menos impostos que as mercadorias nacionais. Com isso, esses itens ficam mais competitivos – quer dizer, baratos – e prejudicam a indústria nacional. 

Tema de muita discussão entre os governos federal e estadual, o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) é o principal vilão do problema, segundo os empresários. Isso porque cada Estado define o tamanho da alíquota.

O gerente-executivo política econômica da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Flávio Castelo Branco, diz que “todo produto que entra no Brasil tem que pagar os mesmos tributos do produto nacional”. No entanto, ele afirma que os Estados podem mexer no valor do tributo e onde ele será cobrado.

- Quando o Estado isenta ou reduz substancialmente o ICMS na entrada do produto estrangeiro, ele termina não pagando todo o ICMS. Vários Estados concederam esse desconto, o que cria condições desiguais de concorrência, beneficiando o produto importado em detrimento do fornecedor doméstico.


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