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publicado em 22/11/2012 às 01h01:

Aos 31 anos, advogada volta ao cursinho e tenta passar em Medicina na Fuvest

Este ano será a quarta vez que Juliana Mafra tenta uma vaga na USP

Do R7

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Foram seis anos de trabalho na área de advocacia até Juliana Mafra resolver correr atrás de um antigo sonho: cursar a faculdade de Medicina. Aos 31 anos, a agora ex-advogada abandonou a profissão, inscreveu-se em um cursinho e se prepara para encarar a prova da Fuvest, que acontece no próximo domingo (25).

Aluna do cursinho Oficina do Estudante, de Campinas, Juliana conta que sempre sonhou em tornar-se médica, porém alguns problemas familiares a levaram a prestar direito. Além disso, conta, já sabia que se arriscaria em um curso difícil de passar. Medicina ocupa o topo dos cursos mais concorridos da USP. A profissão escolhida, porém, não trouxe satisfação esperada.

—Sou formada em direito e trabalhei seis anos como advogada, mas eu nunca me identifiquei muito com a área da advocacia. 

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A ex-advogada conta que, após o falecimento da mãe, encontrou dificuldades em seguir sua rotina diária. Na busca por algo que direcionasse novamente sua vida, redescobriu a paixão por medicina.

— Entrei no cursinho e encarei a batalha de estudar de novo. Voltei a retomar matérias que há muito tempo eu não via, desde o colégio. Durante este tempo já prestei Fuvest três vezes.

Neste ano, Juliana diz que está se dedicando mais aos estudos do que nos exames anteriores da Fuvest. Por considerar a prova mais técnica, Juliana não gosta de comparar o vestibular da USP com outras provas de instituições públicas.

— Mesmo que os vestibulares este ano aparentam ser mais tranquilos, não espero que o exame da Fuvest seja mais fácil. Em algumas questões eles exigem todo o conteúdo que é aplicado em uma matéria.

Juliana afirma que o período em que atuou como advogada e o estudo de três anos para ser juíza a ajudarão na hora da redação. Ela conta que tem facilidade em escrever, e que está sempre interessada em ler novos livros. Além disso, inclui no seu cotidiano a leitura de jornais e revistas.

— Procuro ficar sempre atenta no que está acontecendo porque pode ajudar no desenvolvimento da redação. Mesmo que a Fuvest ofereça um material de apoio para auxiliar na dissertação é importante sempre acrescentar .

Por estar melhor preparada, Juliana afirma que está confiante mais confiante este ano em relação ao vestibular da Fuvest 2012. O seu resultado em outros vestibulares de instituições públicas, que prestou neste ano, é superior do que edições passadas. Mas o nervosismo, ela conta, é sempre presente nessas situações.

— Todo vestibulando, independente da idade, sempre ficará um pouco nervoso e com medo em vestibulares.

*Colaborou Carla Torres, estagiária do R7

 

 
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