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publicado em 09/07/2012 às 19h11: atualizado em: 09/07/2012 às 19h22

"Não se justifica uma greve de professores durar 60 dias", diz Cristovam Buarque

Em discurso, o senador disse que as reivindicações dos professores são justas

Do R7

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E m discurso realizado no Senado, nesta segunda-feira (9), o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) fez um apelo pelo fim da greve dos professores das universidades federais.

De acordo com a agência de notícias do Senado, Cristovam chegou a pedir ao senador Waldemir Moka (PMDB-MS), que presidia a sessão do dia, que informasse ao governo que já “entramos no século 21”.

— Creio que o governo ainda não percebeu isso. Porque não se justifica uma greve de professores durar 60 dias. Aliás, nem a greve se justifica no século 21. 

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Para Cristovam, a atividade dos professores não pode ser comparada à de um operário da construção civil, pois a cabeça de um aluno “não é uma parede esperando um tijolo”. 

— O trabalho de construção pode ser recuperado, mas a atividade do conhecimento fica comprometida.


Apesar de criticar o governo, o senador também disse que os professores ainda não entenderam que o mundo já está avançado. Em seu discurso, ele disse que os professores não perceberam o prejuízo com uma greve tão demorada.

O senador pediu ainda que as universidades equilibrem a atenção dada aos cursos da área de humanas e aos da área científica e ressaltou que as reivindicações dos professores são justas.

— Quando a universidade para, o país também para na produção do conhecimento. Que haja mais recursos, mas que haja transformação.


Greve nacional

O País já tem 88% das universidades federais sem aulas. Além delas, mais 22 institutos federais de educação tecnológica estão com as atividades prejudicadas em função da paralisação dos professores. 

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Também estão em greve os docentes do Colégio Pedro 2º e do Ines (Instituto Nacional de Ensino de Surdos), ambos no Rio de Janeiro.

Os professores das 76 instituições reivindicam, entre outras questões, o aumento no salário inicial e a reestruturação do plano de carreira, que, de acordo com os sindicatos, deveria prever aumento de 5% a cada nível de carreira. 

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