R7 - Notícias

Buscar no site
Eu quero um e-mail @R7
Esqueci minha senha

27 de Maio de 2012

Você está aqui: Página Inicial/Notícias/Educação/Notícias

Icone de Educação Educação

publicado em 01/10/2010 às 08h33:

Escândalo do Enem completa um ano;
os acusados seguem sem julgamento

Cinco réus ainda respondem em liberdade e serão ouvidos no dia 12 de novembro

Luísa Ferreira e Letícia Casado, do R7

Publicidade

 Há exatamente um ano, em 1º de outubro de 2009, o MEC (Ministério da Educação) cancelava o Enem (Exame Nacional  de Ensino Médio). O motivo: a prova foi furtada de dentro das instalações da gráfica Plural, onde o exame estava sendo impresso.

No final do ano passado, o MPF (Ministério Público Federal) abriu processo contra cinco suspeitos, que ainda estão respondendo em liberdade. Apenas em agosto deste ano, há dois meses, as testemunhas do caso começaram a ser ouvidas. Os réus serão ouvidos no dia 12 de novembro, quando acontecerá a última audiência judicial.

Os envolvidos

Os acusados do crime são Felipe Pradella, Marcelo Sena, Filipe Ribeiro Barbosa (todos ex-funcionários temporários do Connasel, consórcio que era responsável pela logística do Enem), Gregory Camillo (DJ e suposto responsável por intermediar a venda da prova) e Luciano Rodrigues (publicitário e que supostamente também fazia o contato com a imprensa). Os três primeiros teriam furtado a prova de dentro da gráfica. Já os dois últimos são acusados de negociarem o exame com a imprensa, função que Pradella também teria executado.

Barbosa escondeu o primeiro caderno de questões do Enem na cueca no dia do furto, em 21 de setembro, segundo informações da Polícia Federal. No dia seguinte, Sena deixou as dependências da empresa com a segunda parte da prova. Os jovens foram filmados pelas câmeras de segurança da gráfica e, segundo depoimentos, teriam sido induzidos por Pradella a praticar o crime. Os três alegam que não passavam por nenhuma revista ao entrar ou sair da gráfica.

Dez dias depois do furto, Pradella e Camillo procuraram órgãos da imprensa e tentaram vender a prova do Enem por R$ 500 mil. A reportagem do R7 foi procurada pelos acusados, mas negou-se a comprar o documento. Todos os acusados, à exceção de Luciano, se conheciam de Osasco e Barueri, na Grande São Paulo, cidades em que conviviam na mesma vizinhança.

De acordo com a denúncia, Pradella e Camilo teriam conseguido contatos de jornalistas com Luciano Rodrigues, o quinto envolvido. O advogado Ralfi Rafael da Silva, que defende o DJ, afirmou ao R7 inicialmente que seu cliente teria sido envolvido no crime por Pradella, seu conhecido. Depois, em um telefonema posterior, o defensor negou que eles se conhecessem.

Um ano depois

Como respondem ao processo em liberdade, os acusados seguiram com suas vidas - alguns deles trabalham, como Marcelo Sena, que é vendedor. A reportagem tentou entrar em contato com todos suspeitos, mas Camillo e Sena foram os únicos encontrados pelo R7

No dia em que o vazamento completou um ano, Gregory Camillo estava tocando como DJ em uma discoteca recém-inaugurada em São Paulo. Marcelo Sena morava em Osasco, mas mudou-se de enderço.

 
Veja Relacionados:  enem, furto, mpf
enem  furto  mpf 
 
Espalhe por aí:
  • RSS
  • Flickr
  • Delicious
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google
 
 
 
 

Fechar
Comunicar Erro

Preencha os campos abaixo para informar o R7 sobre os erros encontrados nas nossas reportagens.

Para resolver dúvidas ou tratar de outros assuntos, entre em contato usando o Fale Com o R7
Mensagem enviada com Sucesso!Erro ao enviar mensagem, tente novamente!

 

 


Shopping
Monitor Monitor Balão da R$ 337,56
Outros Esporte e Lazer Outros ProSpin R$ 14,00
Impressora e Multifuncional Impress Balão da R$ 216,45
TV TV Fnac R$ 1.999,00
Roteador Roteado Kalunga R$ 129,00
Tablet Tablet Wal-Mart R$ 1.949,00