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publicado em 23/05/2013 às 00h01:

A três dias para o vestibular da Unesp, especialista dá dicas para um bom desempenho

“Para o vestibular de inverno não é possível confiar no cursinho”, diz diretor pedagógico

Do R7*


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O Vestibular de inverno da Unesp (Universidade Estadual Paulista) acontece no próximo domingo (26). O exame é um dos mais importantes desta época do ano. A procura pelo vestibular meio de ano da universidade cresceu 23% de 2012 para 2013, passando de 16.040 para 19.777 inscritos. Por outro lado, registrou uma redução no número de vagas, de 465 em 2012 para 420 neste ano.

Para dar dicas aos vestibulandos que estão na reta final, o R7 entrevistou o diretor pedagógico da Oficina do Estudante, Célio Tasinafo.

Ele lembra aos alunos de cursinhos extensivos que a prova de inverno é bem diferente daquela realizada no final do ano.

— Eles estarão na metade da revisão do conteúdo e a prova exige todo o conteúdo do ensino médio. O ideal é que o estudante reveja provas dos últimos cinco anos, para ver quais temas aparecem com mais frequência. O que eles ainda não revisaram em aula devem estudar  sozinhos.  Não dá para confiar apenas no conteúdo do cursinho, já que a programação de um extensivo geralmente vai até o final do ano.

Com pouco tempo para estudar, a dica de Tasinafo é rever aquilo em que se pode melhorar.

— Se ele se dedicar a temas e assuntos que nunca conseguiu aprender vai perder tempo. O ideal é estudar aquilo que já se tem algum domínio, para melhorar a pontuação. Mas não aconselho abandonar nenhuma disciplina, mesmo tendo pesos diferentes. Em geral, aqueles que passam foram bem em todas as disciplinas.  Não existe um vestibular só de história ou só de geografia.

Em relação a temas da atualidade, Tasinafo alerta que as questões devem ser mais amplas e menos pontuais.

— Devem aparecer temas que são frequentes no vestibular, por exemplo, raízes clássicas dos conflitos, como nacionalismo e separatismo. Algo da Rússia também. Não por causa do atentado de Boston, mas porque é algo que sempre aparece, e na [região da] Rússia um dos países mais problemáticos é a Chechênia. A ideia é que as atualidades auxiliem a entender melhor questões com raízes mais antigas. Servem para o aluno treinar a análise e escrita.

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Um dia antes

Comparando o vestibular a uma maratona, Tasinafo explica:

— Ninguém vai ter um bom desempenho numa corrida de 50 km tendo corrido 100 km na véspera, é preciso um tempo de descanso. Mas ficar sem fazer nada tende a aumentar a ansiedade. O ideal é que diminua o ritmo e não deixe de fazer alguma coisa.

Para manter a concentração durante a prova, e ficar cerca de 5h sentado, é preciso manter um bom desempenho físico, e tomar cuidado com  a alimentação na véspera da prova.

— No ano passado um aluno não conseguiu fazer uma das provas da segunda fase, porque foi descongelar uma carne que a mãe tinha mandado antes do natal. Já estávamos no meio de janeiro e ele acabou passando mal.

Chances 

Os cursos mais procurados continuam sendo Engenharia Civil, em Ilha Solteira (58,9 candidatos por vaga) e Engenharia de Produção, em Bauru (55,9). Já a carreira com maior crescimento percentual na procura é Agronomia, em Registro, com índice de candidatos atingindo 23,3 por vaga, representando um crescimento de 133% em relação aos dez por vaga de 2012. Outras opções bastante procuradas são Engenharia Mecânica e Zootecnia, em Ilha Solteira (39,4 e 31,7 candidatos por vaga, respectivamente). O número de treineiros no exame, 6.010 em 2013, cresceu 56% em comparação aos 3.834 do ano passado.

Para o diretor Célio, o estudante tem muitas vezes a ilusão de que no meio do ano é mais fácil porque não pensa no indicativo do desempenho dos candidatos dessa época, mas no baixo número de inscritos.

— Pode parecer que é mais fácil porque têm menos inscritos, mas o número de vagas também é menor no meio do ano.
[O candidato] Acaba ficando com uma impressão equivocada. Acho que isso é ilusório. Para o estudante que terminou o ensino médio, não conseguiu passar e esta fazendo cursinho, é pior o vestibular de inverno porque ainda não reviu toda a matéria.

*Colaborou Jéssica Rodrigues, estagiária do R7

 
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