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publicado em 21/12/2012 às 00h01:

Fim do mundo? Saiba quais são as profissões que seriam essenciais em um mundo pós-catástrofe

Médicos, engenheiros e até políticos seriam necessários na reconstrução da sociedade

Rodson Baldan, do R7

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Dia 21 de dezembro. O mundo não acabou. Mas poderia ter acabado. Além disso, com o decorrer dos anos, especialistas apontam que o número de algumas catástrofes naturais tende a aumentar e boa parte do planeta Terra pode "ir para a cucuia". E para que a humanidade se recuperasse de uma grande catástrofe algumas profissões seriam essenciais.

O R7 consultou o diretor de marketing da Catho, Luis Testa, e ele nos ajudou a listar alguns dos principais profissionais de que o planeta precisaria para que a sociedade pudesse sobreviver em um mundo pós-apocalipse.

Médicos, enfermeiros e todos os outros profissionais de saúde seriam de extrema importância para a sociedade em um mundo pós-catástrofe, afirma Testa.

— Toda a população precisaria de atendimentos emergenciais, também de atendimentos contra eventuais consequências de clima, de pragas, que seriam uma nova realidade dependendo da extensão da catástrofe.

Uma segunda área muito importante seria a dos profissionais ligados a infraestrutura, como engenheiros e técnicos que trabalhariam na reconstrução física da cidade. Testa avalia também que profissionais da comunicação poderiam ter uma forte presença, dependendo de como as cidades estariam.

— Nós não vivemos hoje sem acesso a internet, comunicação de dados, telefonia, energia elétrica. Existe toda uma rede troca de informações que precisaria ser recomposta de maneira muito rápida.

Segurança e Gestão

Profissionais de segurança, como Defesa Civil, e de atendimento e emergência, como o Corpo de Bombeiros, também seriam necessários no nebuloso cenário. Estes profissionais trabalhariam para manter a ordem da população e das áreas atingidas pela catástrofe.

Embora muita gente possa pensar que finalmente estaria livre dos gestores públicos, o diretor de marketing afirma que eles seriam necessários para cuidar da parte burocrática, que não deixaria de existir mesmo após o “fim do mundo”.

— Eles teriam o papel de redesenhar do zero muito coisa, ou reestruturar a ordem de uma cidade, de um País, praticamente com novas regras.

Inversão de valores

Após a destruição de boa parte do planeta, haveria uma grande inversão nos valores de algumas profissões. Segundo Testa, algumas delas deixariam até mesmo de existir, uma vez que não teriam mais espaço no novo mundo.

— A escala de necessidade de pessoas mudaria muito. Temos hoje a necessidade de consumo de informações, consumo de serviços. A gente voltaria para uma escala mais básica de conforto e de sobrevivência. Você tem hoje profissões que não teriam nem valor, porque não sabemos se a internet estaria funcionando, se a televisão ou rádio permaneceriam no ar. Não saberíamos se o transporte público permaneceria como hoje. Têm profissões que deixariam de ser importantes e profissões que se tornariam muito importantes para necessidades básicas de saúde, bem-estar e alimentação. E para essa escala [de necessidades], ela poderia assumir uma ordem de prioridades totalmente diferentes da que temos hoje.

 
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