27 de Maio de 2012
Cerca de 3,5 mil aunos estão sem sala de aula no Estado

A secretária municipal de Educação, Albertina Melo", frisou que, no atual quadro de tragédia que vive o município, a escola funciona como um porto seguro, capaz de dar estabilidade e também apoio e alimentação para as crianças.
- Nós vamos dar um jeito, não vamos deixar estas crianças sem estudo e sem merenda
Albertina aponta três possibilidades emergenciais que poderão ser adotadas depois de discussão com a prefeitura: adoção de um horário intermediário (reduzido para três horas) nas escolas não atingidas, que poderiam ceder suas salas para parte dos que ficaram sem sala de aula; fazer, temporariamente, do clube municipal uma grande escola; e construir escolas modulares, pré-fabricadas.
Segundo a secretária executiva de educação do Estado, Margareth Zaponi, o número (parcial) de alunos prejudicados deverá crescer muito, quando for regularizada a comunicação com os 39 municípios mais afetados - 12 em situação de calamidade pública (caso de Água Preta) e 27 em estado de emergência. Das 195 escolas estaduais da região alvo das enchentes, 50 foram atingidas - sete destruídas e 43 danificadas - prejudicando 38 mil alunos.
Ela acredita que, se as condições climáticas não provocarem mais tragédias, que o ano letivo não será estendido para 2011. Sua preocupação maior é com as cidades que tiveram escolas completamente destruídas.
Sem chuva, disse Zaponi, é possível construir galpões pré-fabricados para atender aos alunos enquanto as novas escolas ficam prontas, "temos que agir rápido", destacou.
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