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publicado em 28/04/2011 às 16h15: atualizado em: 28/04/2011 às 17h00

USP adia votação de mudanças no vestibular

Uma nova reunião foi convocada e alterações podem valer para próximo vestibular

Do R7

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Como havia sido prometido no dia 31 de março, o Conselho de Graduação da USP (Universidade de São Paulo) se reuniu mais uma vez nesta quinta-feira (28) para definir as mudanças no vestibular da instituição. Entretanto, a pró-reitora Telma Zorn adiou a votação, pois os conselheiros não chegaram a uma conclusão.

Telma convocou outra reunião para o dia 19 de maio. Segundo a pró-reitora, se uma das cinco propostas que seriam votadas hoje for aprovada já vai valer para o próximo vestibular. Na reunião anterior havia sido dito que para que as alterações fossem adotadas no próximo processo seletivo a decisão teria que ser tomada até o final de abril.

Discussão

Segundo a aluna Amanda Voivodic, uma das representantes do DCE, as propostas foram muito criticadas por professores e alunos que disseram que as mudanças precisam ser mais discutidas. Amanda acredita que a votação tenha sido adiada, pois a pró-reitora não quis arriscar “perder”.

Já a pró- reitora atribui o adiamento ao pouco tempo que as unidades da instituição tiveram para discutir o projeto. Ela aproveitou para anunciar que as propostas serão apresentadas em vídeo em todas as unidades. Telma explicou que a ideia das mudanças é melhorar a seleção dos candidatos.

- É uma decisão de muita responsabilidade. E quero deixar bem claro que não é uma modificação de fato na estrutura do vestibular. São pequenas [mudanças]  que julgamos necessárias para moldar o desempenho e a qualidade do aluno q está entrando aqui.

As propostas

Cinco propostas seriam votadas hoje, entre elas a redução no número de questões da segunda fase e mudanças no Fator K, que define o mínimo de alunos que podem ser aprovados para a segunda fase –  atualmente de dois a três. Outra questão bem polêmica é a aumentar a nota de corte que passaria de 22 a 27 pontos.

A diminuição do número de questões seria concentrada no segundo dos três dias da segunda fase, quando são cobradas 20 questões de todas as disciplinas, exceto português. Esse modelo – aprovado em 2009 e adotado no vestibular de 2010 – foi bastante criticado pelos vestibulandos.

A pró-reitora admitiu que o tempo para a realização da prova é curto, mas que aumentá-lo seria inviável , por isso a ideia de reduzir o número de questões.

Telma disse ainda que o aumento na nota de corte tem como objetivo selecionar alunos mais qualificados.

- Com uma nota de corte mais alta, aumenta a qualificação dos alunos que entram na USP.


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