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Terça-feira, 18 de outubro de 2011

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publicado em 20/10/2010, às 16h29:

PF descarta motivação política
para quebras de sigilo de tucanos

Inquérito concluiu que jornalista levantou dados para "investigações próprias"

Do R7, em Brasília

A Polícia Federal divulgou nota nesta quarta-feira (20) desmentindo uma suposta ligação da campanha petista de Dilma Rousseff à Presidência da República com a violação de sigilos de tucanos, da filha e do genro do candidato José Serra (PSDB).

A investigação, que durou quatro meses e ouviu 37 pessoas, concluiu que o jornalista Amaury Ribeiro Jr. "utilizou os serviços de levantamento de informações de empresas e pessoas físicas desde o final de 2008 no interesse de investigações próprias".

As denúncias publicadas em jornais diziam que Amaury teria participado, em abril, de um encontro com membros da campanha petista onde teria sido discutido a montagem de um dossiê, material recheado de denúncias contra Serra.

A PF diz, no entanto, que os dados sigilosos obtidos por Amaury na Receita, entre setembro e outubro do ano passado, não foram coletados para a campanha política.

- Os dados violados foram utilizados para a confecção de relatórios, mas não foi comprovada sua utilização em campanha política.

Após quatro meses de investigação, a PF decidiu indiciar sete pessoas, incluindo servidores da Receita. Na nota, a PF ainda nega interferência política na apuração.

- A Polícia Federal refuta qualquer tentativa de utilização de seu trabalho para fins eleitoreiros com distorção de fatos ou atribuindo a esta instituição conclusões que não correspondam aos dados da investigação.

O diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, e delegado Alessandro Moretti, coordenador da investigação, dão entrevista coletiva na tarde de hoje para dar mais explicações sobre o caso.

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