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Terça-feira, 18 de outubro de 2011

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Assista à sabatina com José Maria Eymael

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  •  17h18

    Série de sabatinas 

    Eymael foi o último candidato a ser sabatinado pelo R7. Todos os nove presidenciáveis foram entrevistados, sempre em parceria com a Record News.

  •  17h17

    Considerações finais 

    O candidato aproveitou o minuto final para "falar sobre minha crença no Brasil. Tantos obstáculos foram vencidos". Ele diz que precisamos agora de "um presidente que lidere a nação, tenha visão do futuro. Volto a repetir: já servi meu país como deputado federal, agora quero servir mais".

  •  17h16

    Tributação 

    Eymael foi questionado sobre a possibilidade de instituir o imposto único e defendeu uma reforma que torne o modelo tribuário mais simples e transparente.

  •  17h15

    Redução da jornada 

    Perguntado sobre a atual proposta, defendida pelas centrais sindicais, de reduzir a jornada para 40 horas semanais, Eymael disse que seria mais razoável diminuir para 42 horas.

  •  17h15

    Partido 

    Eymael diz que o partido, em 2006, lançou mais de 20 candidatos ao governo do Estado, "para mostrar que era um partido nacional". Na época, não elegeram nenhum deputado. Em 2008, alcançou 2 milhões em eleições municipais, segundo o candidato.

  •  17h13

    Realizações 

    Ao listar suas contribuições com a Constituição Federal brasileira, Eymael mencionou ideias que tinham como objetivo melhorar a vida do trabalhador, como o aviso prévio, a proteção contra demissões por justa causa, a redução da jornada de 48 pra 44 horas semanais e o direito ao lazer.

  •  17h11

    Ideologia 

    O candidato explica que a democracia cristã surge após a Segunda Guerra Mundial, defendendo sociedades livres, justas e solidárias.

  •  17h10

    Casamento gay 

    Eymael reforçou a diferença entre o conceito do casamento e a união civil entre pessoas do mesmo sexo. Ele criticou o que houve na Argentina, onde foi autorizado o casamento homossexual. "O que a democracia cristã não aceita, e eu também, é que você caracterize como casamento a união homoafetiva", disse.

  •  17h09

    Temas polêmicos 

    Sobre o aborto, Eymael diz que sua posição é a da legislação vigente: "Nossa posição é pela vida". O candidato diz que é contra a legalização de drogas. Sobre união civil de homossexuais, o candidato afirma que devem ser garantidos os direitos, mas é contra a caracterização da união como matrimônio.

  •  17h07

    Empresa 

    Ao complementar a resposta sobre seu patrimônio, o maior de todos os candidatos à Presidência, Eymael creditou seus ganhos à empresa que mantém desde 1968.

  •  17h03

    Participe 

    Acompanhe a sabatina também no Blog dos Bastidores do R7 e comente no mural e no bate-papo.

  •  17h03

    Renda 

    Questionado sobre a taxação de fortunas, Eymael, o candidato mais rico da disputa, com patrimônio de R$ 3 milhões, diz que é contra o imposto: "Na medida que você constrói seu patrimônio, vai pagando impostos". Ele diz que conseguiu esse patrimônio porque começou a trabalhar aos 12 anos, chegou a ser vendedor e a atuar em uma multinacional.

  •  17h02

    Jovens 

    Sobre propostas para os jovens, Eymael disse que é essencial transformar o Brasil em uma "potência olímpica", já mirando os Jogos do Rio de Janeiro, de 2016. Quanto à Copa, lamentou a situação vivida por São Paulo, que ainda não tem um estádio certo para receber partidas. Ainda assim, apostou na escolha do Morumbi.

  •  17h01

    Fator previdenciário 

    Eymael atacou, por fim, o fator previdenciário, mantido recentemente por decisão do presidente Lula. "É um destruidor de direitos, que penaliza principalmente aquele que começa a trabalhar mais cedo", afirmou.

  •  17h00

    Aposentados 

    Ao falar especificamente de propostas direcionadas aos aposentados, Eymael citou três prioridades: em primeiro lugar, fazer com que todos tenham as pensões reajustadas pelo mesmo índice, seja qual for o valor recebido. Depois, defendeu a reparação de perdas geradas pela inflação.

  •  16h59

    Pais e filhos 

    Sobre a questão dos idosos no país, o candidato diz que é o autor do artigo da Constituição que fala sobre a obrigação dos pais cuidarem dos menores. Segundo ele, os filhos também tem que olhar pelos mais velhos.

  •  16h57

    Independência 

    O candidato disse se orgulhar da autonomia de seu partido. "Não dependemos de ninguém", afirmou. Ele explicou de que forma os recursos são arrecadados, e ressaltou que a sigla hoje consegue se sustentar. "Temos orgulhos disso."

  •  16h55

    Presidência 

    Questionado sobre a possibilidade de só disputar a Presidência nas próximas eleições, Eymael diz que concorre com determinação: "A minha missão é a candidatura à Presidência da República". O candidato diz que é soldado do partido: "Todo comandante é também um soldado".

  •  16h52

    À sombra do jingle 

    Eymael foi perguntado se não teria medo de ser "engolido" pela popularidade do jingle. Ele explicou que, durante os últimos oito anos, quando concorreu à Presidência duas vezes, optou por esconder a música para dar prioridade às propostas.

  •  16h52

    Jingle 

    Eymael contou a história da criação do seu jingle. Segundo ele, um alfaite, que também era compositor, se reuniu com colegas para elaborar uma maneira de fazer com que o povo aprendesse seu nome, considerado difícil. "Ele teve a genialidade de ver o ey ey ey - algo simples, que falamos".

  •  16h50

    Ey-ey-eymael 

    Eymael cantou seu famoso jingle, que neste ano foi gravado em quatro ritmos diferentes.

  •  16h49

    Provérbio 

    Emyael foi perguntado sobre o que o leva a ter tanta confiança em uma grande virada como a que espera para as eleições deste ano. O candidato respondeu usando um provérbio, brincando com o fato de que é o último a ser sabatinado pelo R7. "Os últimos serão os primeiros", afirmou.

  •  16h49

    Pesquisas 

    Eymael diz que esperava vencer nas eleições anteriores. "Nosso objetivo agora é chegar a 5%", explica. Sobre as críticas a pesquisas, Eymael afirma que "a gente gosta quando vai bem, mas a gente tem que acreditar quando vai bem e mal".

  •  16h46

    Confiança 

    Ao responder, Eymael demonstrou confiança. "Quem disse que eu não vou ganhar?", questionou. Ele também recordou a trajetória de 65 anos da democracia cristã brasileira.

  •  16h45

    Primeira pergunta 

    Internautas perguntam: "Na certeza de que não será eleito, quais são suas reais intenções de disputar a Presidência?"

  •  16h42

    Participe 

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  •  16h41

    Fotos 

    O candidato do PSDC já está nos estúdios da Record para ser sabatinado. Veja aqui sua trajetória em imagens.

  •  16h40

    Democrata Cristão 

    Eymael disputa a Presidência pela terceira vez. Formado em Direito e História Natural pela PUC-RS, o candidato é o atual presidente do PSDC. Eymael começou na política em 1962, quando entrou no antigo PDC (Partido Democrata Cristão). Saiba mais sobre ele.

  •  16h39

    Eymael 

    José Maria Eymael, candidato do PSDC, é o próximo entrevistado. A sabatina começa dentro de alguns instantes.

  •  16h39

    Considerações finais 

    Rui Costa Pimenta reafirma críticas às eleições, diz que são controladas por grandes grupos econômicos. "É um jogo de cartas marcadas", diz. O candidato explica que participa do pleito porque funciona como "tribuna democrática", um momento para dizer ao povo suas propostas. "Só a consciência população, a organização e a mobilizaçao dos trabalhadores pode mudar o país", conclui.

  •  16h38

    Salário mínimo 

    Rui Costa Pimenta afirmou que um salário mínimo justo seria de cerca de R$ 2.500. "Nossa proposta causa espanto, mas é o que está na Constituição", disse. Segundo ele, o trabalhador deve receber um valor que seja adequado a seu sustento e suficiente para que viva em condições dignas.

  •  16h37

    Drogas 

    Rui Costa Pimenta diz que apesar de comunistas serem considerados antiliberais, eles são liberais. O candidato diz que é contra o uso de drogras: "Os integrantes do partido são proibidos de usar drogas". Segundo ele, quem usa é expulso da legenda. A legenda, no entanto, diz que posição política é pela legalização total das drogras: "Assim a atividade poderia ser controlada pela população".

  •  16h35

    Controle 

    Citando como exemplo a universidade, o candidato do PCO disse que seu controle ficaria nas mãos da própria comunidade ligada às instituições.

  •  16h34

    Escolas públicas 

    Rui Costa Pimenta disse defender o "monopólio público da educação". Em um eventual governo seu, todas as escolas seriam públicas. O mesmo valeria para a saúde. "Somos favoráveis a que esses serviços sejam controlados pelos próprios usuários e pelas pessoas que trabalham neles", explicou.

  •  16h33

    Reforma agrária 

    O candidato defende a reforma agrária e diz que deve haver o confisco de latifúndios, grandes propriedades: "Pretendemos distribuir as terras para os pequenos proprietários".

  •  16h31

    Promessas e propostas 

    Após o intervalo, Pimenta retomou um tema anterior. Disse que recomendar à população que não confie em propostas não significa que sua candidatura não tenha propostas. Segundo ele, ninguém poderá salvar o povo. Cabe às pessoas trabalhar por sua própria salvação. O candidato disse acreditar em um "governo de trabalhadores, contra governos dominados pelos grandes capitalistas".

  •  16h28

    Participe 

    Acompanhe a sabatina também no Blog dos Bastidores do R7 e comente no mural e no bate-papo.

  •  16h28

    Caricatura 

    Para Rui Costa Pimenta, o modelo eleitoral brasileiro é uma "caricatura" de democracia e sistema representativo. Para mudá-lo, sugeriu "derrubar essa floresta amazônica de normas". Apesar de suas críticas, o candidato afirmou que vota.

  •  16h26

    Farsa 

    Rui Costa Pimenta disse não acreditar no processo eleitoral que existe no Brasil, o qual chamou de "farsa". Perguntado, então, por que motivo participa da eleição sendo candidato, ele afirmou que não tem alternativa. "É o único que existe", ressaltou.

  •  16h26

    Programa 

    Questionado sobre o registro de programa genérico no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o candidato diz que foi uma opção ideológica, porque "quem tem que controlar o programa é a população, nosso programa é público".  Segundo ele, o programa é de luta, de mobilização da população, para que ela lute por seus objetivos. "Faz parte de um amplo movimento social", explica.

  •  16h23

    Garantias 

    Rui Costa Pimenta disse que as pessoas não devem aceitar garantias verbais de ninguém. Segundo ele, o eleitor precisa votar em um candidato conhecendo sua trajetória e o programa do partido. "Conversa é muito bonita na televisão, na época de campanha eleitoral", disse.

  •  16h22

    Nepotismo 

    Sobre a atuação de membros de sua família no partido e sobre a indicação de sua mulher como candidata ao governo do Estado, Rui Costa Pimenta negou que pretenda praticar o nepotismo: "Eu não tenho dinheiro para praticar o nepotismo. Eu não pretendo fazer isso. [...] Mas ninguém pode oferecer garantia de nada".

  •  16h20

    Comunista e socialista 

    Questionado sobre sua orientação ideológica, Rui Costa Pimenta disse que é comunista e socialista. "O comunismo é uma forma de socialismo", explicou. Ele também recordou a expulsão do PT, partido no qual militou desde a sua fundação. Segundo o candidato, o rompimento ocorreu devido às alianças feitas pelo PT para as eleições de 1989.

  •  16h18

    Imprensa 

    O candidato do PCO diz que, numa luta política que conduza a uma guerra civil, é impossível que não haja cerceamento da liberdade do inimigo. Ele não considera que há liberdade de imprensa em Cuba, mas afirma que a situação na Venezuela é normal. "É direito de um governo não renovar uma concessão", afirmou em referência à não renovação de contrato da emissora RCTV, em 2007, pelo governo do presidente Hugo Chávez.

  •  16h17

    Autoritarismo 

    Ao recordar alguns processos revolucionários, o candidato do PCO lembrou que, no início, um movimento revolucionário se defronta com a resistência de adversários, o que justificaria um cerceamento das liberdades. O problema, segundo ele, é que "na medida em que o regime se consolida, você percebe que há uma preservação de privilégios adquiridos durante a revolução".

  •  16h14

    Revoluções 

    O candidato do PCO afirma que o partido tem uma simpatia por todas as revoluções que aconteceram no mundo. "Daí a transportar a simpatia para a política dos governantes é diferente", diz. Ele afirma que não considera a política cubana, por exemplo, como modelo, apesar de valorizar a Revolução Cubana.

  •  16h13

    Rússia 

    O candidato foi questionado sobre um modelo de regime de esquerda que chegou ao poder sem precisar se aliar a outras forças. Rui Costa Pimenta disse que se inspira na Revolução Russa de 1917, mas recordou que para fazê-la o Partido Comunista contou com o apoio de outros grupos políticos e sociais, como sindicatos.

  •  16h11

    Frente de esquerda 

    Ao lembrar das eleições de 2006, quando o PCO não se coligou aos outros três partidos que formaram a chamada frente de esquerda, Pimenta afirmou que a candidata presidencial entava apoiada por essas siglas, Heloísa Helena, apoiava a "criminalização" das mulheres que fazem aborto.

  •  16h11

    Crítica ao PT 

    Pimenta já foi petista, mas faz críticas às mudanças do partido: "O que sobrou do programa esquerdista do PT é secundário, superficial". Para ele, o programa Bolsa Família é obrigação de qualquer governo.

  •  16h09

    Primeira pergunta 

    Internauta pergunta sobre a dificuldade da aliança entre os partidos de esquerda. Para Rui Costa Pimenta, o problema tem um aspecto programático: "Há muitas divergências entre os partidos".

 

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