Você está aqui: Página Inicial / Notícias

Notícias

Candidata com 5% dos votos assume Prefeitura de Criciúma

Apenas votos anulados pelo TSE podem mudar Eleição

A- A+

Os eleitores de Criciúma (SC) foram às urnas insatisfeitos com os candidatos desta Eleição e 75% dos 120 mil eleitores anularam seus votos neste domingo (7). Romanna Remor (PSBD) registrou 5,27% dos votos e será a nova prefeita da cidade.  A social democrata ficou com 80,93% dos votos válidos. Em nota divulgada neste sábado (6), o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) lembrou aos eleitores de que casos como esses não anulariam a Eleição.

"Votos anulados pelo eleitor, por vontade própria ou por erro, não se confundem com os votos anulados pela Justiça Eleitoral em decorrência de ilícitos - como falsidade, fraude, coação ou compra de votos."

De acordo com o TSE, votos anulados pela Justiça não se confundem com votos anulados pelos eleitores. Assim, apenas com 50% dos votos anulados pelo Tribunal, como candidatos barrados pela justiça podem invalidar uma Eleição após todos os processos julgados. Como foi o caso de Monte Alegre (RN) que terá que esperar decisão judicial para conhecer o novo prefeito. Os dois candidatos que concorriam nesta Eleição, Maria das Graças Marques da Silva (PSD) e Severino da irmã Dulce (PMDB), tiveram suas candidaturas indeferidas pero TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Rio Grande do Norte. Até o julgamento dos recursos dos candidatos, a Eleição na cidade tem um total de 98% de votos inválidos. Caso o TSE mantenha a decisão de barrar as candidaturas, uma nova Eleição será marcada no município.

Eleitores de Osasco esperam julgamento
O candidato que liderava as pesquisas de intenção de votos em Osasco, Celso Giglio (PSDB), não teve seus votos contabilizados por sua candidatura ter sido barrada pelo TSE com base na Lei da Ficha Limpa. As contas do candidato referentes ao seu período anterior à frente da prefeitura da cidade (2001 a 2004) foram rejeitadas pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado).

Por hora, assume Jorge Lapas (PT), que teve 59,76% dos votos válidos. Se o TSE não julgar o caso a tempo, ele também será beneficiado. O Tribunal não permite que candidatos sem candidatura deferida assumam a prefeitura e, nesse caso, o segundo colocado será empossado.