O nome do garoto é Jonathan Escobar, ele tem 16 anos e ele acha que liberdade é vestir o tipo de roupa que ele bem entender. Ele não se considera um transexual, mas teve a impressão que o colégio onde ele estudava não curtiu muito esse tipo de liberdade.
Segundo Jonathan, um diretor assistente da North Cobb High School, em Kennesaw, na Georgia (EUA) disse a ele, na semana passada, que era que ele tentasse se vestir de um modo mais masculino ou então começar a pensar em ter aulas particulares.
Ele só estudava lá fazia três dias e, dois dias depois de ouvir isso, saiu da escola. Escobar, que, na quarta passada foi pra escola usando uma peruca rosa tipo Alice Ayres, disse que não precisava aceitar aquilo.
Jay Dillon porta-voz da escola acredita que eles fizeram a escolha certa ao chamar a atenção do garoto porque houve um dia em que ele foi á escola usando um vestido e salto. Escobar diz que jamais foi à escola de vestido – porque prefere jeans de cintura baixa e sandálias baixas.
O garoto se mudou para a Flórida, para viver com a irmã mais velha, que mora em Miami porque lá as escolas não se importam com o jeito como as pessoas se vestem.
Os outros alunos da escola, que a diretoria achava que iam matar Jonathan por causa do jeito como ele se veste parecem não ligar muito pra esse tipo de coisa. Eles mesmos formaram uma comunidade do Facebook, chamada “Support Jonathan” – que tem mais de mil membros – e, na escola, usam camisetas cor de rosa com a mesma frase.
Jonathan Escobar diz que quer ir à escola até se formar, mas não abre maão de se expressar com o que chama de arte.
- Se eu não puder me expressar, não vou à escola. Eu quero levar esta mensagem porque este é quem eu sou e, sem isso, não posso ter uma educação, disse ele.
A direção da North Cobb High School pode achar que ele não se veste como homem, mas não vai poder negar: ao fazer o que fez, ele agiu como homem.