Getty ImagesMesmo com prisão de ventre, funcionário terá de liberar assentos
27 de Maio de 2012
Alarme dispara quando usuário passa de dez minutos no sanitário de escritório estatal
A medida deixou o ambiente irrespirável no trabalho. Os empregados não param de reclamar. É que foram instalados sensores e alarmes nos sanitários. Se a pessoa ultrapassar os dez minutos, ouvirá uma sirene insuportável. A luz apagará e ela ficará às escuras.
Para não serem pegos de calças curtas, os funcionários foram avisados com comunicados internos, e-mails e cartazes. Mesmo assim, a moçada da reflexão no toalete está bufando. São recorrentes as sessões de descarrego na hora do cafezinho, falando mal da chefia.
Um dos trabalhadores do governo soltou ao Telegraph:
- Não foi feita nenhuma consulta pessoal. É ao mesmo tempo humilhante e degradante. Imagine que você está em um cubículo, fazendo suas necessidades, quando de repente as luzes se apagam. É preciso tatear no escuro para achar a porta principal.
O jornal britânico informa que leis similares deverão ser implantadas em todas as instalações estatais para cumprir as metas do Tesouro de poupar 11 bilhões de libras por ano (cerca de R$ 30 bilhões).
Um porta-voz do governo, que não quis se identificar, disse que para economizar vale tudo – inclusive limitar o tempo no banheiro.
- Vamos continuar com essas medidas para controlar os gastos do governo.
Isso não tem cheirado bem entre os eleitores. Mas o trono da rainha se mantém inviolável à medida.
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