Hora 7

Mãe e filha danificam ânus do vizinho em briga por coco

12/2/2013 às 00h50 (Atualizado em 12/8/2014 às 19h28)



Do R7

Imagina você que, por causa do coco, o pescador nunca mais vai sentar pra fazer cocô... Domínio Público

Quem mora em casa sabe que, quando vizinhos começam a brigar, é mais fácil continuar do que parar.   

Foi isso que aconteceu com o pescador Ezah Kojo quando ele resolveu implicar com o coqueiro que havia na casa de Agnes Miezah Bazayi, sua vizinha de 48 anos, e sua filha, Georgina Morkeh Menlah, de 18 anos.   

As duas tiveram que se explicar diante do tribunal de  Half Assini, capital do distrito de Jamoro, em Gana. De acordo com a acusação, as duas promoveram um ataque brutal o orifício final do pescador, que nunca mais foi o mesmo.

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 A treta toda começou porque o pescador insistiu que as duas deveriam podar o coqueiro que crescia na casa delas. Afinal, o vento tombou a copa da árvore e as enormes folhas secas sempre acabavam caindo no terreno dele.   

Como as duas não se mexiam pra fazer nada, Kojo resolveu agir por conta própria e contratou um cara que garantiu que levaria o trabalho a cabo. Ele só não contava com a fúria das duas moradoras da casa que passaram a cutucá-lo no traseiro com galhos de ráfia.   

Enraivecido com o comportamento das duas, o contratado deu no pé e deixou o trabalho na mão do pescador. Ele encarou, mas sofreu do mesmo problema: mãe e filha meteram os galhos de ráfia na bunda do pescador e o fizeram com tanta força que os galhos penetraram na cavidade anal de Kojo.   

Não se sabe dizer exatamente o que aconteceu, mas os médicos suspeitam que Kojo tenha caído do coqueiro em cima do galho em riste de modo que acabou sendo empalado.  

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O pescador foi levado para o hospital de Eikwe onde constatou-se que a coisa era grave. Kojo estava ferido no cólon, no reto e em parte dos intestinos. Depois de ser transferido para mais dois hospitais, Kojo sobreviveu, mas os médicos tiveram que criar uma abertura anal em seu abdomen de modo que ele nunca mais vai poder usar o banheiro da maneira tradicional.   

As duas mulheres foram consideradas culpadas por cime de agressão e o caso foi encaminhado para o Tribunal Central, que ira definir qual pena será aplicada. 

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