Internacional

11/7/2013 às 00h30 (Atualizado em 11/7/2013 às 15h54)

Dois meses após ser libertada do cativeiro, Michelle Knight se recusa a encontrar a mãe e a irmã

Vítima de Ariel Castro que passou 11 anos sequestrada nunca conheceu a irmã mais nova

Do R7

Michelle Knight durante vídeo divulgado na terça-feira (9), em que ela afirma estar construindo "uma vida completamente nova" HO/HENNES PAYNTER COMMUNICATIONS/AFP

Pouco mais de dois meses após ser libertada da casa de Ariel Castro, onde passou 11 anos em cativeiro, Michelle Knight ainda não se encontrou com sua mãe, apesar da insistência da família.

Ela nunca respondeu a nenhum dos cartões ou cartas enviados por Barbara Knight desde sua libertação em 6 de maio deste ano, em Cleveland. De acordo com o tabloide britânico Daily Mail, Michelle não deseja encontrar nem mesmo sua irmã mais nova, que nasceu durante o período em que esteve sequestrada.

O abismo entre mãe e filha é tão grande que Barbara nem sequer sabia que a jovem havia feito um vídeo que marca sua primeira aparição pública e declarações sobre o período em que esteve reclusa. A notícia chegou por meio de um amigo da família, que vive no sul da Flórida.

Esse mesmo amigo afirma que a mãe de Michelle está "muito magoada" com o comportamento da filha, que não quer vê-la ou nem sequer trocar algumas palavras via telefone.

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Logo após a libertação da jovem, Barbara Knight viajou de sua casa em Naples, na Flórida, para Cleveland, na esperança de reencontrar a filha que estava hospitalizada. Michelle limitou-se a dizer que não queria ver a mãe e pediu para que as autoridades a mantivessem afastada.

O relacionamento entre as duas já havia causado polêmica quando Barbara afirmou que não possuía nenhuma fotografia da filha desaparecida e até mesmo membros da família disseram que ela era "uma péssima mãe".

Entre as três vítimas, Michelle Knight foi a que passou mais tempo na casa de Ariel Castro. Desde que foi levada, em agosto de 2002, aos 21 anos de idade, pouco foi feito sobre o seu desaparecimento. Na época, a família disse à polícia que ela havia fugido de casa porque tinha perdido a guarda de seu filho.

Durante o cativeiro, a jovem foi estuprada diversas vezes e sofreu uma série de abortos após passar fome e ter sido espancada por Castro, que será julgado no mês que vem e alega inocência.

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