Small-house Faça do R7.com sua página inicial

SIM NÃO

Internacional

24/1/2013 às 08h06 (Atualizado em 24/1/2013 às 08h22)

EUA autorizam mulheres a lutar em frentes de combate

Decisão pode abrir 230 mil postos femininos

BBC Brasil

A expectativa é que alguns postos já possam ser preenchidos por elas ainda este ano AP Photo

As americanas poderão, em breve, atuar na linha de frente dos combates das Forças Armadas dos Estados Unidos, segundo decisão do secretário de Defesa, Leon Panetta.

A medida, que ainda não foi formalmente anunciada, acaba com a proibição imposta em 1994 que impedia a presença de mulheres na linha de frente e em comandos especiais das forças militares em ação do país.

A decisão poderia abrir mais de 230 mil postos femininos, boa parte deles em unidades de infantaria.

Elas terão, no entanto, de esperar um pouco mais para atuar no campo de batalha. Os comandos militares terão até 2016 para apresentar eventuais grupos ou postos específicos que ainda considerem inapropriados para as mulheres.

Conheça os cinco países mais perigosos para mulheres no mundo

Exército do EUA pedirá pena de morte para sargento acusado de matar 16 afegãos

Príncipe Harry diz ter matado rebeldes talebans no Afeganistão

Conheça os dez países que têm mais armas nas mãos da população

A expectativa, no entanto, é que alguns postos já possam ser preenchidos por elas ainda este ano. Já o acesso feminino a comandos especiais como o Navy Seals e o Delta Force deve levar mais tempo.

Uma fonte do Departamento de Defesa disse à BBC que "a medida dará início a um processo para a elaboração de um plano para implementar a decisão".

As restrições às mulheres começaram a ser relaxadas no ano passado, quando o Pentágono abriu 14.500 postos femininos em unidades próximas ao front — vagas que até então eram preenchidas exclusivamente por homens.

Pressão

Em novembro, um grupo de quatro mulheres contestou a proibição na Justiça, em um processo contra o Departamento de Defesa.

Uma delas, Zoe Bedell, integrante do Marine Corps, disse que tais regras bloquearam sua ascensão profissional nos meios militares.

Nas guerras do Iraque e do Afeganistão muitas mulheres atuaram como médicas, enfermeiras ou em outros postos próximos ao front, mas nunca em função de combate.

Até 2012, mais de 800 militares americanas foram feridas nas duas guerras e 130 foram mortas. Hoje elas representam 14% do total dos militares do país.

 

O que acontece no mundo passa por aqui

Moda, esportes, política, TV: as notícias mais quentes do dia

  • Espalhe por aí:

Veja também

Todas as notícias
Publicidade
Compartilhe
Verde-amarelo contagiante

Bandeiras e camisetas do Brasil se espalham pelo mundo

  • Compartilhe no Facebook
  • Compartilhe no Twitter
  • Compartilhe no Google Plus
Compartilhe
Fé proibida

Conheça os países com maiores índices de perseguição religiosa

  • Compartilhe no Facebook
  • Compartilhe no Twitter
  • Compartilhe no Google Plus
Compartilhe
Imagens do ano

Entre sorrisos e lágrimas: veja as imagens mais emocionantes de 2013

  • Compartilhe no Facebook
  • Compartilhe no Twitter
  • Compartilhe no Google Plus
Compartilhe
Perturbador

Crimes brutais chocaram o mundo em 2013. Veja os casos mais macabros

  • Compartilhe no Facebook
  • Compartilhe no Twitter
  • Compartilhe no Google Plus
  • Últimas de Internacional

  • Últimas de Notícias

X
Enviar por e-mail
(todos os campos marcados com * são obrigatórios)
Preencha os campos corretamente.
Mensagem enviada com sucesso!