Aviões israelenses atingiram pelo menos seis alvos na Faixa de Gaza, nesta sexta-feira (19), depois que um foguete disparado por militantes palestinos matou um trabalhador tailandês em Israel, disseram agentes de segurança do grupo Hamas e testemunhas.
Dois civis ficaram feridos em um dos três ataques contra túneis de contrabando na fronteira da Faixa de Gaza com o Egito.
Os outros alvos incluíam áreas abertas em Khan Younis e uma indústria de fundição de metal, que supostamente fabricava foguetes, perto da Cidade de Gaza.
O Exército israelense não comentou a ofensiva de imediato.
O vice-primeiro-ministro Silvan Shalom disse nesta quinta-feira (18) que Israel daria uma resposta firme ao primeiro disparo mortal de foguetes da Faixa de Gaza em direção a Israel em mais de um ano. A região de onde se originou o ataque é controlada pelo Hamas.
Israel também enviou uma carta de reclamação ao secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, que deverá visitar o país no fim de semana, e ao Conselho de Segurança da ONU.
O Exército israelense também advertiu que "não vai tolerar tentativas de causar danos aos cidadãos e soldados" do país, e considerou o movimento islâmico Hamas como "o único responsável por manter a calma" em Gaza, território que governa.