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publicado em 02/03/2010 às 16h42:

Presidente do Chile diz que mortes chegam
a 795 e condena violência após terremoto

Presidente rebateu as críticas de lentidão ao agir

Do R7, com Ansa

A presidente do Chile, Michelle Bachelet, elevou nesta terça-feira (2) a 795 o número de mortes causadas pelo terremoto e pelo tsunami que atingiu o centro-sul do país na madrugada do último sábado (27).

Antes, o último balanço, divulgado também nesta terça-feira pelo Escritório Nacional de Emergência do país (Onemi), indicava que eram 763 os óbitos.

A informação sobre o aumento no número de mortes foi transmitida à presidente no momento em que ela chegava à região de Maule, onde 586 pessoas morreram. Bachelet advertiu, porém, que as cifras poderão subir ainda mais.

Após se reunir com membros das Forças Armadas e da polícia, a presidente disse que o principal objetivo, neste momento, deve ser "ajudar as pessoas e enfrentar a situação de emergência nas zonas mais devastadas". Bachelet ainda disse:

- Quem não entender isso vai receber todo o rigor que a lei contempla para ações criminosas que não estamos dispostos a tolerar.

Desta forma, ela voltou a criticar os episódios de violência observados sobretudo na cidade de Concepción, a segunda maior do país e onde foi ampliado hoje o toque de recolher, que irá vigorar entre 18h de hoje e o 12h desta quarta-feira (3).

As regiões de Bío Bío, onde está Concepción, e Maule já receberam um reforço de 11.850 efetivos do Exército e 2.131 da Marinha.

Bachelet disse compreender "perfeitamente" a angústia e as necessidades da população, mas condenou os saques a supermercados e estabelecimentos comerciais que vêm ocorrendo.

- Sabemos perfeitamente que há ações criminosas de pequenos grupos que estão provocando enormes danos materiais, e isso não aceitaremos.

A presidente voltou a pedir calma e contestou as críticas feitas aos trabalhos de seu governo, que teriam sido lentos no socorro às vítimas.

Ela disse que "nunca antes" o Chile havia enfrentado um terremoto de tamanha força, "não apenas por sua intensidade, mas pelas numerosas regiões afetadas". O país registrou o terremoto mais forte do mundo, em 1960, que marcou 9,5 graus na escala Richter. O tremor que Bachelet se referiu marcou 8,8 graus na mesma escala.

- As pessoas sempre vão achar que as coisas poderiam ter sido feitas de uma melhor forma, mas a verdade é que, dada a extensão das áreas afetadas, sempre será insuficiente.

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