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publicado em 04/03/2010 às 18h52:

Bachelet diz que terremoto colocou Chile à prova

Tremor seguido de maremoto matou 802 pessoas e deixou regiões destruídas

AFP

O terremoto e o maremoto que mataram pelo menos 802 pessoas colocaram o Chile à prova como nação, afirmou nesta quinta-feira (4) a presidente Michelle Bachelet, ao visitar a cidade de Concepción (centro-sul), a segunda do país e uma das mais devastadas.

- Isto nos está pondo à prova como nação, mais uma vez. O Chile vai voltar a ficar de pé. Foi horrível o que nos aconteceu, de dimensões colossais.

Bachelet conversou em Concepción com equipes de resgate e supervisionou os descarregamentos de ajuda.

Enquanto caminhava, ao lado de trabalhadores voluntários, assistentes, policiais e populares, a presidente negou com ênfase que seu governo tenha recusado ajuda internacional num primeiro momento do sismo de 8,8 graus, que destruiu 1,5 milhão de edifícios.

- Queríamos ter, em primeiro lugar, uma ideia mais clara das necessidades [como hospitais de campanha ou equipamentos de purificação da água].

Num país que viveu durante 17 anos sob ditadura militar, até 1990, Bachelet destacou "os exemplos de solidariedade e heroísmo demonstrados por carabineiros, forças armadas, bombeiros".

Elogiou também a solidariedade entre vizinhos, considerando os saques e assaltos, que em Concepción forçaram a imposição do toque de recolher, "aspectos sombrios" da sociedade.

- São atos absolutamente delinquentes. Junto com os carabineiros e as forças armadas conseguimos restaurar a ordem pública.
Sobre as críticas em relação aos atrasos no envio de ajuda humanitária, ela disse que os alimentos estão chegando, enquanto se restabeleça a ligação nas regiões afetadas de Maule e Biobío.

- Não houve grandes demoras, estivemos no terreno pouquíssimas horas depois, na própria zona de catástrofe.
Concepción foi a cidade com maiores cenas de violência, quando vândalos saquearam e incendiaram lojas, enquanto os vizinhos organizavam sua própria defesa armada.

Em entrevista à rádio AND, de Santiago, Bachelet afirmou que a reconstrução vai demorar pelo menos três anos, sem revelar um valor preciso dos danos.

- Acredito que pelo menos praticamente todo o próximo governo, ou pelo menos três anos.

O presidente eleito Sebastián Piñera assumirá o poder em 11 de março para um mandato de quatro anos.

- O Chile tem recursos para uma quantidade de ações, mas vamos ter que pedir crédito ao Banco Mundial e outras instituições.
Bachelet descreveu uma situação desoladora no interior do país.

- Há zonas rurais em que tudo está no chão, há destruição de infraestrutura. Milhares de chilenos perderam não apenas entes queridos, mas suas casas e pertences. Há empresas que sofreram perdas importantes.

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