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publicado em 27/02/2010 às 20h57:

Brasileira no Havaí diz que tsunami não causou pânico

Bióloga diz mar recuou antes de "crescer" e voltar como se a maré tivesse subido

Maurício Moraes, do R7

A bióloga brasileira Lúcia Malla acordou às 6h (13h em Brasília) deste sábado (27) ,na cidade de Honolulu, capital do Havaí, com uma forte sirene, anunciando que uma onda gigante se aproximava das ilhas no Pacífico. Durante toda a manhã ela e o marido viram o trabalho de precaução feito no arquipélago. Apesar de viver há apenas um ano no Estado americano, localizado no meio do oceano Pacífico, Lúcia disse não ter ficado assustada. Por volta das 12h (19h em Brasília), ela foi até um ponto alto da ilha de onde viu o mar recuar, para, em seguida, "crescer" e voltar à terra com um volume de água nunca visto antes por ela.

- A gente viu a água recuando. Foi rápido, cerca de cinco minutos. Depois viu que o mar cresceu, como se a maré tivesse subido, muito. Mas não foi uma onda gigante, e sim o mar que ficou elevado. Mas por aqui a água chegou aparentemente leve. Não houve pânico.

No momento em que falava ao R7, Lúcia já havia voltado à sua casa, na parte alta de Honolulu.

- Nós ficamos curiosos e fomos ver o mar numa das partes altas da cidade.

Ela não teve de deixar sua casa, como muitos que vivem na parte baixa de Honolulu. Segundo ela, o clima é de relativa tranquilidade. Mesmo não sendo acostumada a ondas gigantes, a bióloga brasileira ressaltou ter confiado no trabalho das autoridades, que durante toda a manhã retiraram os moradores das áreas de risco. O treinamento mensal a que os moradores são submetidos, para casos de catástrofe, ajuda a entender os perigos e como defender-se deles, segundo ela.

- Quando começou a tocar a sirene e ocorrer toda a mobilização, vi que o governo se preocupou com os sem-teto. Há muita gente morando próximo à praia, principalmente depois da crise econômica. Mas as autoridades foram muito eficientes.

Lúcia conta que não sabia como o tsunami havia atingido as outras partes da ilha, já acostumada a catástrofes dessa natureza. Uma das cidades do arquipélago, Hilo, já foi atingida por dois tsunamis que fizeram grande estrago no passado. Por isso mesmo, segundo ela, moradores e autoridades se mostram bastante preparados para o que de pior possa acontecer.

- Agora as coisas já começam a voltar ao normal. As autoridades pedem precaução e para as pessoas ainda não voltarem às áreas de risco. Mas as coisas estão tranquilas.

Ao fim da conversa, Lúcia ia preparar o almoço. Estava com fome, depois de toda a atividade matinal.

Veja reportagem da Record News:

 

 

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