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publicado em 27/02/2010 às 11h06:

Brasileira que está no Chile diz que
prédio se mexeu como folha de papel

Arquiteta deixou prédio onde mora rapidamente e seguiu regras básicas de segurança

André Sartorelli, do R7

A arquiteta brasileira Joanna Helm, que mora em Santiago desde dezembro, disse em seu perfil no Twitter que não consegue falar ao telefone. Ela acessa a internet pelo celular. As autoridades chilenas confirmaram a morte de ao menos 78 pessoas por causa do terremoto de 8,8 graus na escala Richter que atingiu o Chile na madrugada deste sábado (27). A informação foi dada pelo ministro do Interior chileno Edmundo Pérez Yoma, que está no Escritório Nacional de Emergências.

Joanna conversou com a reportagem do R7 por um programa de bate-papo e contou que sentiu o tremor por volta das 3h40 quando estava em casa com mais quatro pessoas. Todos estavam dormindo em um apartamento que fica no terceiro andar de um prédio, no bairro da Providência. O grupo se vestiu rapidamente e seguiu a orientação comum em tremores. Todos ficaramra debaixo de um lugar seguro.

- Pela janela era possível ver os transformadores de energia elétrica explodindo e os vidros se rompendo. Foi angustiante porque a gente não pode fazer nada e cada segundo é eterno. Saímos do apartamento imediatamente e vimos um prédio balançar. Ele se mexeu como uma folha de papel. Pelas ruas havia muita gente idosa deixando suas casas. Fizemos isso porque sabíamos que a réplica do tremor maior poderia vir a qualquer momento.

A brasileira disse que ficou sem energia elétrica por duas horas e quando a energia foi restabelecida, as pessoas começaram a voltar pra casa. No sul de Santiago, segundo ela, ainda não houve retorno da distribuição e não há previsão para que isso aconteça.

- Assim que a energia voltou, as pessoas que puderam retornar para suas casas e imediatamente ligamos a TV. Em poucos minutos o número de mortos foi aumentando. Primeiro, as reportagens falavam em seis mortos. Poucos segundos depois subiu para 20 e em alguns minutos falavam em 60 pessoas. Isso nos assustou bastante. Não conseguimos contato algum com amigos que vivem no sul.

Os familiares brasileiros foram avisados sobre a situação de Joanna por mensagens no Twitter que ela trocou com uma prima paulistana.

A brasileira morou na Argentina por cinco anos antes de chegar ao Chile.

- Eu estava acostumada com tremores de pequeno porte, mas dessa magnitude eu não esperava presenciar aqui no Chile.

 

 

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