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publicado em 07/12/2010 às 15h53:

Cartões de crédito e provedores
cancelam serviços para o WikiLeaks

Site que vazou documentos confidenciais dos EUA sofre pressão de governos e empresas

Do R7

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A empresa de cartões de crédito Visa anunciou nesta terça-feira (7) que suspendeu os serviços que prestava ao WikiLeaks. O site que vazou milhares de documentos secretos recebia doações via cartão, segundo informações do jornal britânico The Guardian. Com a medida, a empresa se junta a outros prestadores de serviço que têm cancelado seus contratos com o site.

Você acha que Assange é herói ou vilão?

Nesta segunda-feira, o cartão de crédito Mastercard também suspendeu o contrato com o Wikileaks. No mesmo dia, o serviço postal suíço Postfinance, que intermediava doações ao WikiLeaks, também cancelou a conta do site, alegando que seu fundador, o jornalista Julian Assange, “passou falsas informações sobre seu local de residência”.

Vários servidores de internet que hospedavam o site também cancelaram seus serviços.  Empresas da Suécia, Suíça, França e Estados Unidos romperam o contato e fizeram o WikiLeaks sair do ar por algumas horas, em determinadas regiões, nos últimos dias.

No sábado, o site americano PayPal, que intermediava doações ao WikiLeaks, rompeu o contrato alegando “violações” da política da empresa.

A maior parte das empresas negou ter sido pressionada a romper os contratos com o site. Na última quarta-feira (1º), o presidente do comitê de segurança do Senado dos EUA, senador Joseph Liberman, pediu que empresas americanas e estrangeiras rompessem seus contatos com o WikiLeaks.

Criado do site é preso em Londres

O criador do WikiLeaks, o australiano Julian Assange, foi preso nesta terça-feira (7) em Londres. O Reino Unido negou nesta terça-feira o pedido feito pelo jornalista de liberdade mediante fiança. Ele foi preso a pedido da justiça sueca, que o acusa de abuso sexual.

Assange se entregou à polícia horas antes. O criador do site WikiLeaks, que vazou documentos secretos sobre as guerras do Afeganistão e do Iraque, é acusado por autoridades suecas por coerção e molestar sexualmente duas pessoas. Ele era procurado pela Interpol (polícia internacional), após a Suécia pedir sua prisão.

Assange também responde a uma uma acusação de estupro. Todos os crimes teriam ocorrido em 20 de agosto.

Na última semana, o site criado pelo jornalista australiano de 39 anos divulgou mais de 250 mil correspondências diplomáticas dos Estados Unidos, causando constrangimento a várias personalidades políticas.


 
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