ReutersPlaca indica rota de fuga de tsunami na cidade de Constitución, no Chile; país já conta 799 mortos e governo sofre críticas por atuação na tragédia
27 de Maio de 2012

Presidente eleito Sebastián Piñera disse que autoridades devem se antecipar aos problemas
Ao mesmo tempo, o governo da presidente do Chile, Michelle Bachelet, enfrenta críticas por sua condução do caso, muitas das quais envolvem a atuação oficial em relação ao tsunami gerado pelo tremor.
O enviado do Jornal da Record ao Chile, Luiz Carlos Azenha, comentou que muitas das pessoas que correram para as montanhas para se salvar de uma possível onda gigante voltaram para suas casas após ouvir que tinham de manter a calma e que o perigo já havia passado. E o tsunami acabou provocando a morte deles.
Sebastián Piñera, presidente eleito do país, evitou críticas diretas ao governo. Mas ao comentar o outro ponto que tem sido alvo de críticas – a condução da segurança em áreas como Concepción -, afirmou, de acordo com o jornal chileno La Tercera:
Resgates trazem esperança
Equipes do Corpo de Bombeiros resgataram com vida 79 pessoas que estavam presas em um edifício na cidade de Concepción nesta terça-feira.
No começo, temia-se que cem pessoas tivessem morrido no prédio, que após o terremoto ficou reduzido a um bloco de cimento de altura equivalente a três andares.
O chefe da equipe de bombeiros, Juan Carlos Subercaseaux, disse à imprensa que foram encontrados sete corpos entre os escombros do Alto Río, nome do prédio localizado no centro da cidade.
Os bombeiros responsáveis pelo resgate trabalharam várias semanas no Haiti após o terremoto de 12 de janeiro e começaram a agir em Concepción no dia seguinte à catástrofe.
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