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publicado em 09/12/2010 às 06h30:

Criador do WikiLeaks está preso
por fazer sexo sem camisinha

Lei sueca considera que ter relações sem proteção pode ser um tipo de violência sexual

Do R7


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Por ter mantido relações sexuais com duas mulheres suecas sem camisinha, o criador do site WikiLeaks, Julian Assange, agora enfrenta acusações de violência sexual e estupro, e aguarda preso sua possível deportação para a Suécia – país onde a denúncia foi feita.

Não só por causa do réu famoso - também odiado por muita gente poderosa -, o caso ganhou a curiosidade pública por envolver um sistema de leis complexo.

Os atos de Assange, com base no depoimento das ex-amantes, foram interpretados pela Justiça como “estupro, abuso sexual e coação ilegal”, segundo aponta a promotoria sueca. Tanto ele quanto as mulheres afirmam, no entanto, que o sexo era consensual. O único problema foi a ausência do preservativo, que teria sido solicitado por ambas, mas negado pelo australiano.

Fazer sexo sem camisinha na Suécia é punível com pena de prisão de, no mínimo, dois anos por estupro. Segundo um advogado de Assange - em declarações feitas no mês de agosto, quando as acusações surgiram - o termo usado para classificar o crime é “alvo de chacota” e danifica “dramaticamente” a reputação do acusado. Tudo isso sob um sistema legal tido como modelo de modernidade.

Em duas relações, Assange teve problemas ao usar camisinha

Críticas de lado, uma das suecas com quem Assange se envolveu diz que o preservativo se rompeu durante a relação, segundo reportou o jornal britânico Daily Mail. Nesse caso, para as leis do país, o sexo consensual que começa com camisinha, mas acaba sem, se transforma em sexo não consensual.

Já a outra amante alega que se relacionou por duas vezes com o dono do WikiLeaks, uma com camisinha e outra sem. Nesta última, solicitou o uso do preservativo, mas Assange teria se recusado. Novamente a lei está a favor das mulheres.

Advogado de suecas nega complô político

Para o australiano, sua prisão faz parte de um complô político destinado a deter a publicação de documentos secretos pelo WikiLeaks. Já o advogado das duas mulheres, Claes Borgstrom , afirma que as clientes não estão envolvidas em nenhuma conspiração contra Assange.

Borgstrom também disse que o relato das suecas é plausível e avaliou que são grandes as chances de que a Justiça da Suécia acuse Assange, caso ele venha a ser extraditado e ouvido em depoimento no país.

Assange se entregou à polícia em Londres e deve ficar detido até 14 de dezembro, quando irá novamente depor. Ele afirmou que vai lutar para não ser extraditado.

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