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publicado em 16/03/2011 às 14h10: atualizado em: 16/03/2011 às 14h43

Diretor da agência nuclear da ONU vai ao
Japão avaliar situação de usinas nucleares

Três reatores sofreram danos após terremoto que atingiu o país

Do R7, com agências internacionais


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O diretor geral de energia nuclear da ONU (Organização das Nações Unidas), Yukiya Amano, afirmou nesta quarta-feira (16) que vai viajar para o Japão “o quanto antes possível, talvez amanhã [quinta]”. Amano está preocupado com a situação das usinas nucleares japonesas e vai verifcar como a ONU pode ajudar o país. As informações são da rede de TV norte-americana CNN.

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Três reatores de uma usina nuclear foram danificados pelo terremoto e tsunami que atingiram o Japão na última sexta-feira (11). Amano disse a jornalistas que "a situação é muito séria".

De acordo com o jornal inglês The Guardian, Amano vai se encontrar com autoridades japonesas e ficar no país por apenas uma noite. Ele disse que espera voltar à ONU com “informações em primeira mão” sobre a situação.

Mais cedo, o diretor da ONU pediu ao governo japonês para dar, com urgências, melhores informações sobre a crise nuclear.

Um informe da agência internacional de hoje diz que as autoridades do Japão reportaram preocupações em relação à condição do tanque de combustível nuclear nas unidades 3 e 4 usina de Fukushima Daiichi.

As autoridades japonesas vão recorrer a caminhões-pipa equipados com jatos de água para tentar resfriar o reator número 4 da usina nuclear de Fukushima, informou nesta quarta-feira (16) a TV pública NHK. O reator que o operador da central tenta esfriar desesperadamente sofreu um incêndio nesta terça-feira. 

Os altos níveis de radiação chegaram a forçar a retirada dos trabalhadores que tentam evitar o derretimento dos núcleos dos reatores na tarde desta quarta-feira (madrugada no Brasil). O grupo retornou ao local mais tarde, quando a usina foi considerada segura novamente.

Governo diz que não há risco imediato

O governo do Japão assegurou nesta quarta-feira (16) que o nível atual de radiação além do perímetro de 20 km já esvaziado ao redor da usina nuclear de Fukushima não representa "um risco imediato para a saúde".

O porta-voz do governo, Yukio Edano, disse em entrevista coletiva que o nível de radioatividade entre 20 km e 30 km da central, área na qual foi pedido que os moradores permaneçam em casa e com as janelas fechadas, não tem efeito prejudicial direto.

Edano afirmou ainda que os responsáveis da usina continuam trabalhando "com todo o apoio dos setores relevantes" para tentar reduzir a temperatura dos reatores da central, onde nesta quarta-feira ocorreu um novo incêndio no edifício do reator 4 e foram vistas grandes colunas de fumaça procedentes do reator 3.

 
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