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publicado em 28/04/2011 às 19h36:

Família real tem histórico de escândalos

De referências a absorventes a tráfico de influência, realeza não tira o pé da jaca

Do R7

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As idéias de comportamento que alguém normalmente esperaria da nobreza e de uma família real são de fineza, requinte e aristocracia. Bom, alguém precisa lembrar essas coisas de vez em quando à família real britânica – que não cansa de dar material aos tablóides ingleses na forma de escândalos, comportamentos embaraçosos e declarações no mínimo de mau gosto.

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Basta lembrar, em um de muitos exemplos, que o príncipe Charles disse a Camila Parker Bowles (sua atual mulher) que gostaria de ser o absorvente íntimo dela. Charles é pai de William – que se casa nesta sexta-feira (29) com Kate Middleton – e é o sucessor da rainha Elizabeth 2ª ao trono da Inglaterra.

Ou lembrar que Harry – irmão de William – já apareceu em uma festa fantasiado de nazista.

Veja a seguir uma lista dos escândalos mais escandalosos da nobreza britânica.

Absorvente

Em 1992, surge a fita de uma gravação telefônica do príncipe Charles para Camila Parker Bowles; na conversa, ele diz que gostaria de reencarnar como o absorvente íntimo dela. Charles e Camila tinham uma amizade desde a década de 70 e se reaproximaram a partir de 1984 – logo após o nascimento de Harry (segundo filho do príncipe herdeiro com Diana Spencer). A separação de Charles e Diana aconteceu apenas em 1996 (ela morreu em 1997, em um acidente de carro).

Topless e propina

No mesmo ano, Sarah Ferguson aparece de topless em fotos reveladas logo após sua separação (divórcio viria apenas em 1996) do príncipe Andrew - segundo filho da rainha Elizabeth 2ª e duque de York. Na foto, ela aparece com o consultor financeiro John Bryan – que chupava os dedos do pé da até então duquesa, na frente de suas duas filhas pequenas.

Quase 20 anos, no entanto, não foram suficientes para que a ex-duquesa aprendesse a ter compostura. No ano passado, o tablóide News of the World jogou a isca e Ferguson mordeu: um repórter se fez passar por um rico homem de negócios e ofereceu a ela R$ 1,32 milhão (500 mil libras) em troca de acesso facilitado ao príncipe Andrew. O jornal publicou um vídeo no qual ela aparece recebendo R$ 63 mil (US$ 40 mil) em dinheiro como antecipação.

A princípio ela disse que havia negociado o valor com o marido, mas se desmentiu depois e reconheceu estar numa situação financeira precária.

Língua solta

O príncipe Philip – marido da rainha Elizabeth 1ª e duque de Edimburgo – é conhecido por dizer a coisa errada nas horas certas e erradas. Nos anos 80, em uma viagem à China, ele disse a um aluno de uma escola britânica no país que, se permanecesse muito tempo lá, acabaria ficando com os olhos puxados.

Em 1999, Philip fez uma visita a uma empresa na Escócia; durante a visita, viu uma caixa de fusíveis mal instalada e disse que aquilo parecia serviço feito por um indiano; em 2001, nova gafe: ele disse a uma garoto de 13 anos – que sonhava em ser astronauta – que ele era gordo demais para ser astronauta.

Na verdade, foram tantas as vezes em que a língua solta do consorte real causaram embaraço que renderam até um livro - “Duke of Hazard: The Wit and Wisdom of Prince Philip” (de Phil Dampier, sem edição em português).

Cachorro bravo

A princesa Anne (irmã do príncipe Charles e única filha da rainha Elizabeth 2ª) se tornou em 2002 o primeiro membro da realeza em cerca de 350 anos a receber uma condenação criminal: o cachorro dela – uma cadela bull terrier – escapou da coleira e atacou dois garotos, que ficaram feridos. Ela se declarou culpada e teve de pagar multas.

Nazismo e maconha

O príncipe Harry – que será padrinho do casamento do irmão William –, jovem como é (26 anos), já tem sua pequena coleção particular de gafes. A mais chamativa talvez tenha sido a revelada em janeiro de 2005, pelo tablóide britânico The Sun – que estampou em sua capa uma foto dele fantasiado de nazista. A “brincadeira” provocou críticas da parte do governo de Israel, e ele teve de se retratar publicamente.

Em 2002, jornais do Reino Unido publicaram que o príncipe Harry teria confessado fumar maconha por dois meses – sendo que já se suspeitava de que ele tivesse tido problemas com álcool aos 17 anos. Os dois problemas teriam barrado sua indicação ao cargo de “prefect” - estudantes mais velhos que ajudam professores a ficar de olho nos alunos mais novos - no Eton College. A rainha Elizabeth 2º condenou publicamente a atitude do neto.

No mesmo ano, o tablóide (sempre eles...) Mail on Sunday publicou reportagem que apontava a existência de um suposto complô para provar que ele não é filho legítimo do príncipe Charles.

Em 2004, Harry se envolveu em outubro em uma briga com um paparazzi na saída de uma casa noturna em Londres, na qual teria sido ferido com a câmera – o fotógrafo disse que foi empurrado. Um mês depois ele foi à Argentina treinar polo – mas, depois de se machucar e ser impedido de treinar, achou um jeito de driblar, com uma moto, o forte esquema de segurança em torno dele, para visitar bares locais.

 

 

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