R7 - Notícias

Buscar no site
Eu quero um e-mail @R7
Esqueci minha senha

27 de Maio de 2012

Você está aqui: Página Inicial/Notícias/Internacional/Notícias

Icone de Internacional Internacional

publicado em 03/03/2011 às 17h00:

Grupos humanitários têm dificuldades para prestar apoio na Líbia

Violência e repressão impedem as organizações de atender vítimas e entrar em algumas regiões

Do R7, com AFP


Publicidade

As organizações humanitárias enfrentam dificuldades para prestar atendimento na Líbia. Nesta quinta-feira (3), uma embarcação do Programa Mundial de Alimentos (PMA) deu meia volta devido a relatos de bombardeios aéreos na região de Bengazhi, e a organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) apelou para que autoridades facilitem o acesso de seus profissionais às áreas afetadas pela violência.

Anne Châtelain, coordenadora médica de MSF em Benghazi, área fora do controle do ditador Muammar Gaddafi, conta que a equipe recebeu um pedido de ajuda de um médico da cidade de Misurata, no oeste do país, onde se estima que os confrontos tenham deixado muitos feridos.

Tal como outras áreas, Misurata está até agora inacessível a trabalhadores humanitários devido à insegurança, relata Anne.

- Este médico está pedindo medicamentos e outros materiais para tratar os feridos. Mas nós não podemos entregar o material. A estrada para Misurata foi tomada por homens armados que estão bloqueando o tráfego.

Segundo sua assessoria de imprensa, as equipes de MSF presentes na fronteira entre a Tunísia e a Líbia estão sendo impedidas de entrar no país. 

Feridos não buscam ajuda por medo de represálias

Rosa Crestani, coordenadora de emergência do MSF, diz que há informação de que existem muitos feridos na capital Trípoli, porém esses não estão buscando tratamento nos hospitais por medo de represálias por parte das milícias.

- Médicos voluntários estão cuidando dos feridos em estruturas particulares. Eles estão nos pedindo medicamentos – inclusive remédios para dor – e equipamento cirúrgico para assegurar o tratamento das pessoas feridas. No momento, isso é impossível.

Em Benghazi, MSF tem uma equipe de seis pessoas, e outras 17 na fronteira da Tunísia. Os hospitais receberam um fluxo de mais de 1.800 pessoas feridas nos confrontos entre 17 e 21 de fevereiro.

A Liga Líbia dos Direitos Humanos anunciou nesta quarta-feira (2) que há ao menos 6.000 mortos desde o início da repressão contra manifestantes comandada pelo regime de Gaddafi, há 40 anos no poder.

Veja Relacionados:  libia, direitos humanos, refugiados, feridos, mortos, crise, gaddafi
libia  direitos humanos  refugiados  feridos  mortos  crise  gaddafi 
 
Espalhe por aí:
  • RSS
  • Flickr
  • Delicious
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google
 
 
 
 

Fechar
Comunicar Erro

Preencha os campos abaixo para informar o R7 sobre os erros encontrados nas nossas reportagens.

Para resolver dúvidas ou tratar de outros assuntos, entre em contato usando o Fale Com o R7
Mensagem enviada com Sucesso!Erro ao enviar mensagem, tente novamente!

 

 


Shopping
Monitor Monitor Balão da R$ 337,56
Outros Esporte e Lazer Outros ProSpin R$ 14,00
Impressora e Multifuncional Impress Balão da R$ 216,45
TV TV Fnac R$ 1.999,00
Roteador Roteado Kalunga R$ 129,00
Tablet Tablet Wal-Mart R$ 1.949,00