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publicado em 21/01/2010 às 18h00:

Homenagem aos militares do Haiti
teve psicólogo para amparar famílias

Cerimônia foi marcada pela emoção, mas parentes ressaltaram orgulho pelas vítimas

Lais Lis, do R7 em Brasília

Terminou em clima de muita emoção a cerimônia aos 18 militares mortos no Haiti, na tarde desta quarta-feira (21) em Brasília. As famílias foram cumprimentadas pelo presidente Lula e as vítimas foram homenageadas com uma condecoração póstuma. Durante a cerimônia, parentes e amigos tiveram apoio de psicólogos.

Ainda nesta quarta os corpos dos militares seguirão em cinco aviões da FAB (Força Aérea Brasileira) para as cidades onde serão sepultados. Só o corpo do major Francisco Adolfo Vianna será sepultado em Brasília.

Apesar do clima de tristeza, familiares dos militares mortos lembraram o trabalho que os 18 homens estavam fazendo no Haiti. Para o tio do cabo Douglas Pedrotti Neckel, Silvino Pedrotti, o sobrinho é um herói, que morreu realizando um sonho. O último contato de Douglas com a família foi na terça-feira (12) em que ocorreu o terremoto. Na ligação o militar disse que amava muito a família.

- Tudo que ele passava no Haiti ele passava pra gente. A falta de água, ele falava para a gente não desperdiçar.

Para as famílias que ainda têm familiares no Haiti trabalhando nas forças de paz, Silvino pediu que todos se orgulhassem muito do trabalho de quem ainda está lá.

- Eu peço que rezem, porque o trabalho deles é muito bonito. Que tenham fé, eles são pessoas muito especiais.

Veja discurso do presidente Lula:

 

 

Apesar da dor, orgulho

Para o tio do tenente Bruno Ribeiro Mario, Geraldo Mario, o sobrinho morreu fazendo o que amava, o que apesar da dor da perda deixa a família orgulhosa.

- Ele fez aquilo que gostaria de ter feito. Estava plenamente realizado. Estava no último dia de trabalho e voltaria no sábado passado.

Assim como outros militares que estavam no Haiti, Douglas estava terminando o serviço no país e retornaria para o Brasil no sábado passado.

Durante a cerimônia, familiares dos militares tiveram apoio de psicólogos das Forças Armadas. Segundo a assessoria da FAB o procedimento é rotineiro. O apoio é oferecido sempre que morre algum militar.

Durante a cerimônia os militares receberam a Medalha do Pacificador com Palma, a homenagem póstuma aos 18 homens que morreram em serviço no Haiti foi oferecida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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(Foto: AFP)

 
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