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publicado em 14/09/2010 às 10h18:

Israelenses e palestinos prometem definir
pontos de acordo de paz em até um ano

Reunião de líderes no Egito terminou sem declarações públicas sobre possíveis avanços

Do R7, com agências internacionais


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Dirigentes israelenses e palestinos decidiram nesta terça-feira (14) manter de forma "estritamente confidencial" as conversas de paz e se comprometeram a completar dentro de um ano os temas essenciais a um acordo , informaram fontes oficiais.

O prazo está dentro da meta tanto do chamado Quarteto para o Oriente Médio - formado por Estados Unidos, Rússia, ONU e União Europeia -, que estabeleceu 24 meses de prazo, quanto dos Estados Unidos, que querem um acordo em até 12 meses.

O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, e o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, fizeram nesta terça-feira, no Egito, o segundo encontro desde a retomada oficial as negociações diretas, no início de setembro.

Discussão séria já começou, diz americano

De acordo com o enviado especial dos Estados Unidos para o Oriente Médio, George Mitchell, as discussões sobre os pontos mais importantes de um possível acordo estão em andamento.

- A discussão séria sobre os temas fundamentais já começou.

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, e o presidente do Egito, Ehud Barak, também participaram do encontro. As negociações diretas de paz foram retomadas no dia 2 de setembro, em Washington, após mais de um ano e meio de interrupção.

Colonização é ponto polêmico

A continuidade ou não da expansão das colônias judaicas no território palestino da Cisjordânia é um dos pontos que trava o processo de paz no Oriente Médio. 

Netanyahu tenta encontrar uma fórmula que satisfaça tanto os colonos e a extrema-direita israelense quanto os palestinos e, sobretudo, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que já manifestou em diversas oportunidades seu apoio à paralisação das construções.

O líder israelense já deixou claro que não irá prorrogar a moratória parcial de dez meses à expansão dos assentamentos na Cisjordânia, termina no final de setembro, mas também advertiu que não dará carta branca aos colonos e que vai desacelerar a expansão no território.

Os palestinos adiantaram que sairão da mesa de negociações caso as construções sejam reiniciadas, embora também se mostrem dispostos a aceitar uma paralisação de fato, mesmo sem declaração oficial. Para eles, a atual moratória já parece insuficiente, porque exclui o território ocupado de Jerusalém Oriental, os edifícios públicos e cerca de 3.000 casas já construídas.

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