27 de Maio de 2012
Moradora de Santiago diz que situação começou a se normalizar
O italiano Antonio Parenti, que se encontra em Capitán Pastene, a cerca de 200 quilômetros do epicentro do terremoto que atingiu o Chile nesta madrugada, mandou uma mensagem de texto por celular para a visar a família de que está bem. "Tudo bem, Parenti", dizia o texto enviado pelo assessor da localidade de Pavullo nel Frignano, sul da Itália.
O europeu estava na América do Sul em missão, já que o vilarejo de Capitán Pastene foi fundado por um grupo de imigrantes desta e de outras cidades dos Apeninos. Por essa razão, Parenti visita o local cerca de duas ou três vezes por ano.
O prefeito de Pavullo nel Frignano, Romano Canovi, informou que conversou com Silvia Bartolini, outra italiana que se encontra no Chile.
- Ela me telefonou e disse que falou com ele [Parenti] pessoalmente.
Já Lia Orsini, que se encontrava em sua casa no sétimo andar de um edifício de Santiago no momento do tremor de terra, contou à que sentiu "um medo enorme" na hora do terremoto.
- Minha filha hoje não foi trabalhar. Ela mora no 18º andar, imaginem o que passou. O prédio oscilava. A situação em Santiago está se normalizando. Ontem, agentes e bombeiros desenvolveram um grande trabalho. A luz voltou há pouco.
O terremoto de 8,8 graus na escala Richter foi sentido às 3h34 da madrugada deste sábado (27). O epicentro estava localizado a 90 quilômetros de Concepción, segunda maior cidade do país, mas seus efeitos puderam ser sentidos também na capital, distante 500 quilômetros.
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