27 de Maio de 2012
Chanceler brasileiro volta a defender direito do país a programa nuclear pacífico

Amorim, que falou a jornalistas após uma reunião entre a União Europeia (UE) e o Brasil em Madri, defendeu o direito dos iranianos a um programa nuclear civil:
- Acreditamos que há uma oportunidade de negociar sobre a produção nuclear com o Irã respeitando o direito do país de ter seu programa pacífico (...). E há uma possibilidade de se chegar a um acordo, insistiu.
O Brasil defende que o Irã possa ter um programa nuclear para fins pacíficos, ao contrário dos europeus, americanos e outros membros da comunidade internacional.
O Irã começou no dia 9 de fevereiro a enriquecer urânio a 20%, causando protestos nas potências ocidentais, que suspeitam que a república islâmica queira preparar uma arma nuclear se escondendo em seu programa nuclear civil.
O chanceler Celso Amorim expressou há alguns dias sua convicção de que a aplicação de sanções ao Irã, defendida principalmente pelos Estados Unidos, "não dará resultado".
Veja como funciona o enriquecimento de urânio e conheça as instalações nucleares do Irã no infográfico abaixo.
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