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publicado em 20/07/2011 às 12h47:

Ministro diz que renúncia de Gaddafi nem é considerada

Governo líbio quer solução "aceitável para todos" - inclusive os opositores

EFE, com R7

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O ministro das Relações Exteriores da Líbia, Abdelati Obeidi, afirmou nesta quarta-feira (20) que a renúncia do ditador do país, Muammar Gaddafi, não está na pauta de negociações para o fim do conflito no país.

- A saída de Gaddafi não é sequer cogitada. Esse ponto também não figura nas propostas de regra que foram apresentadas pela UA [União Africana].

O ministro líbio lembrou que a UA propôs um cessar-fogo, o fim dos bombardeios da Otan (a aliança militar ocidental) e também o início de um diálogo político com a participação de todas as partes em conflito.

- Defendemos encontrar uma solução que seja aceitável para todos os líbios, inclusive a oposição em Benghazi.

Obeidi se reuniu hoje com o colega russo, Sergey Lavrov, em Moscou (capital da Rússia). A visita à cidade ocorre após os Estados Unidos e outros países reconhecerem o CNT (Conselho Nacional de Transição) como o "representante legítimo do povo líbio".

Lavrov disse nesta terça-feira (19) que a Rússia reconhece os rebeldes como interlocutores, mas não como único poder legítimo na Líbia, e criticou o Ocidente por tentar isolar as forças leais ao regime líbio.

A Rússia, que nos últimos meses manteve contatos tanto com Trípoli quanto com os rebeldes de Benghazi, insiste em acusar as forças da Otan de violar o mandato autorizado pela ONU (Organização das Nações Unidas) ao realizar bombardeios no país norte-africano e por manifestar apoio diplomático e logístico aos insurgentes.

França

O ministro das Relações Exteriores da França, Alain Juppé, afirmou hoje que Gaddafi poderá permanecer na Líbia se abandonar o poder e deixar a cena política. Sobre a questão do mandato de detenção por crimes de guerra lançado contra o líder líbio pelo Tribunal Penal Internacional, Juppé explicou que é preciso esperar as negociações avançarem.

A França reconheceu nos últimos dias que mantém contatos com responsáveis do regime líbio, embora até agora tenha se negado a falar de negociações e insista que sua mensagem é que o abandono do poder por parte de Gaddafi é a condição prévia para um cessar-fogo.


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