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publicado em 23/03/2011 às 03h54:

Número de pedidos de passaporte no consulado brasileiro em Tóquio quintuplica

Brasileiros que moram no Japão querem ter o documento à mão para casos de emergência

Do R7


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Preocupados com as consequências do terremoto do dia 11, muitos brasileiros correram para os consulados do país no Japão para colocar os documentos em dia – principalmente o passaporte, necessário caso queiram deixar o país.

Segundo o cônsul-geral do Brasil em Tóquio, Antonio Carlos Coelho da Rocha,  em dias de funcionamento normal o consulado costumava atender a cerca de 30 a 40 pedidos de passaporte por dia.

- Nas últimas semanas, esse número chegou a 150, 200 passaportes em um único dia.

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Nem todos os brasileiros que renovam o documento querem deixar o país, explica o cônsul. Mas, caso a situação do Japão se agrave, eles querem estar com os papéis em ordem para voltar ao Brasil.

- Ainda assim, a fila de espera para quem quer voltar ao Brasil é de uma a duas semanas, pois os voos estão lotados.

As prioridades do consulado, segundo o cônsul, é dar assistência aos brasileiros em situação de emergência e atender à demanda de documentos.

Volta à normalidade

Apesar da precaução, Antonio Carlos afirma que, aos poucos, a vida da comunidade brasileira tenta voltar ao normal no Japão.

- Muitos têm parentes japoneses e decidiram ficar para auxiliar as famílias e a reconstrução do país.

Mesmo pessoas que moram nas imediações da usina de Fukushima informaram ao consulado brasileiro que iriam ficar em suas casas. Atualmente, a usina é a maior preocupação dos japoneses, por causa do risco de um acidente nuclear.

A AIEA (agência nuclear da ONU) informou que ainda há vazamento de radiação na usina de Fukushima. Após dias de incertezas, todos os reatores foram religados, mas o medo continua no país.

Já a OMS (Organização Mundial de Saúde) afirmou que a detecção de radiação em alguns alimentos é mais grave do que o imaginado a princípio, ressaltando não se tratar de um problema localizado.

Foi achado material radioativo em vários produtos como brócolis, espinafre e leite, de regiões próximas a Fukushima. A venda já foi proibida pelo governo.


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