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publicado em 23/02/2011 às 19h30:

Obama diz que ditadura líbia vai pagar por violência

Presidente diz que EUA vão coordenar ações com aliados para conter “banho de sangue”

Do R7

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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta quarta-feira (23) que a ditadura de Muammar Gaddafi, na Líbia, “vai enfrentar o custo de violação dos direitos humanos”. O líder americano disse que irá coordenar ações com os aliados europeus para conter a violência no país, onde a repressão aos protestos antigoverno já deixaram mais de 600 mortos.

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“O sul, no norte, o leste e o oeste se juntam a voz do povo líbio”, disse Obama, ressaltando que o “banho de sangue” da repressão líbia é “inaceitável”.

O presidente disse que a prioridade máxima dos EUA é garantir a segurança dos cidadãos americanos no país. Obama disse que o governo americano irá coordenar ações junto a aliados europeus para conter a violenta repressão na Líbia, sem dar maiores detalhes.

Obama anunciou ainda que a secretária de Estado, Hillary Clinton, irá a Genebra, na Suiça, na próxima segunda-feira, para tratar do tema.

O presidente ainda tentou afastar qualquer eventual impressão de que os EUA estão intervindo nos protestos da região.

- Deixe-me ser claro. A mudança que está em curso na região [do norte da África e Oriente Médio] está sendo desenhada pelo povo da região e não pelos Estados Unidos. A mudança representa as aspirações de uma vida melhor por essas pessoas.

Líbio cita 10 mil mortes; ONG levanta 640 vítimas

O membro líbio do Tribunal Penal Internacional (TPI), Sayed al Shanuka, informou nesta quarta-feira que pelo menos 10 mil pessoas teriam morrido na Líbia desde o início dos protestos populares contra o regime de Muammar Gaddafi, que se intensificaram a partir do dia 15 de fevereiro.

Um novo balanço da Federação Internacional para os Direitos Humanos (FIDH) diz que pelo menos 640 pessoas já morreram na Líbia. O número oficial é de 300 mortos.

O presidente da Comissão Europeia qualificou como "intolerável" o uso da força contra civis pelo governo líbio e pediu a Gaddafi que "interrompa a violência", já que "a repressão não é a solução".

 Mapa da Líbia

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