05.mar.2010/Danny Alveal/EFEBan Ki-moon cumprimenta a presidente do Chile, Michelle Bachelet, pouco antes de realizar anúncio de ajuda emergencial da ONU para o país
27 de Maio de 2012

Ban Ki-moon fez o anúncio em Santiago ao lado da presidente do país
O secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), Ban Ki-moon, anunciou que o órgão vai doar US$ 10 milhões (R$ 17,8 milhões) ao Chile, devido ao terremoto que atingiu o país na madrugada do último sábado (27).
O dinheiro virá do Fundo de Resposta de Emergência Central da ONU, de acordo com o jornal chileno La Tercera. Ban elogiou o trabalho de Bachelet e pediu para que o país se recupere rápido da crise.
O Chile tem alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), uma forma de medir o desenvolvimento de uma nação que une fatores econômicos a sociais.
O país está em 44º lugar no IDH, enquanto o Brasil está em 75º no mesmo ranking, de acordo com dados de 2009.
Inicialmente, foi divulgado que Bachelet não iria aceitar ajuda para o país, algo que a presidente chilena rebateu pouco depois, dizendo que apenas havia afirmado que iria primeiro determinar os estragos que causou o terremoto.
Além das mais de 279 mortes confirmadas causadas pelo terremoto e pelo tsunami, o país perdeu pontes, teve estradas e rodovias danificadas, e inúmeros imóveis ficaram comprometidos, apenas na região metropolitana de Santiago, 480 edifícios foram considerados inabitáveis.
O número de mortos foi rebaixado após o governo ter anunciado mais de 800 óbitos. Agora, apenas os corpos identificados entram na estatística para evitar que sejam contados mais de uma vez, de acordo com as autoridades.
Ban, ao iniciar sua visita ao Chile, se disse comovido pela "força" da população local para superar as consequências do terremoto de 8,8 graus na escala Richter, que atingiu o país no último sábado (27).
Ele foi recebido pelo ministro das Relações Exteriores do Chile, Mariano Fernández, e logo se dirigiu ao Palácio de la Moneda, sede do governo, para a reunião com Bachelet.
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