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publicado em 28/02/2010 às 21h17:

Chile pode sofrer abalos por até quatro meses

Desde o terremoto, mais de cem réplicas foram registradas em menos de 30 horas

Do R7, com agências

As réplicas do terremoto que atingiu o Chile neste sábado (28), de 8,8 graus na escala Richter, deverão ser sentidas por até quatro meses, a exemplo do ocorrido no Haiti em janeiro e no tsunami de Sumatra em 2004, segundo Jorge Sand, chefe do departamento sismológico da Universidade de Brasília.

O departamento de geologia dos Estados Unidos também confirma a informação e diz no site oficial que abalos secundários devem ser sentidos nos próximos dias. As réplicas são abalos que ocorrem sempre na sequencia de um grande terremoto e perder a intensidade ao longo dos dias.

Desde o forte tremor, mais de cem réplicas, todas com magnitude superior a cinco graus na escala Richter, foram registradas segundo o Instituto de Sismologia dos Estados Unidos.

- As réplicas se referem a quantidade de energia liberada pelo terremoto, que sempre ocorre depois de um grande abalo. Meses depois do tsunami na Ásia, a região sofreu mais de 700 réplicas.

Sand afirma que o tremor foi um “teste” para o Chile, que desde 1973 já sofreu ao menos 13 terremotos. Há 50 anos, o país sofreu o maior tremor já medido na história, de 9,5 graus na escala Richter, que matou mais de 1.400 pessoas no país.

- Foi uma prova para os chilenos saber se a estrutura aguenta ou não, mas certamente o impacto foi inferior ao registrado nos anos 60. No entanto, o fechamento do aeroporto já é uma prova de que eles precisam melhorar estruturas básicas de transporte, para que não ocorram interrupções.

O aeroporto internacional de Santiago Arturo Merino Benítez foi fechado até esta segunda-feira (1º) para pousos e decolagens, devido aos danos causados no terminal de embarque dos passageiros. No final deste domingo, a uma aeronave da LAN, vinda do Peru, aterrissou no aeroporto – a primeira desde o terremoto. No entanto, os demais voos para o país continuam sendo transferidos para o Peru, Argentina e o aeroporto de Concepción.

A costa chilena tem um histórico longo de terremotos devido ao fato de estar em uma área acima do contato entre as placas Nazca e Sul-Americana. O instituto americano calcula que ocorreram ao menos 13 terremotos de mais de sete graus na escala Richter desde 1973.

O terremoto deste sábado ocorreu a cerca de 230 km ao norte do tremor mais forte já registrado, que foi de 9,5 graus na escala Richter e ocorreu em 1960. O centro do tremor ocorreu no mar, próximo a região de Maule, cerca de 300 km a sul de Santiago, cuja área costeira foi varrida por um tsunami.

A ocorrência de réplicas prejudica o trabalho dos bombeiros, que lutam para resgatar vítimas que estejam sobre os escombros. Ao menos 48 pessoas estão soterradas em um prédio de 14 andares em um bairro de Concepción, a 500 km ao sul da capital Santiago.

Cerca de 1 milhão de casas foram destruídas pelo terremoto e o governo trabalha com estimativas de “centenas de feridos e desabrigados”. A falta de infraestrutura é tamanha que neste domingo a polícia precisou agir para evitar saques em Concepción, incluindo ao supermercado Líder, em pleno centro da cidade.

 
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