Publicado em: 07/07/2012 :: atualizado em: 13/07/2012 às 22:35
Série retrata a realidade das mulheres brasileiras; algumas são vítimas dentro da própria casa
A cada cinco minutos uma mulher é agredida. E, de cada dez assassinatos, sete são cometidos dentro de casa. Acompanhe a série especial do Jornal da Record: Mulheres Ameaçadas.
Assista às reportagens:
Na primeira reportagem da série especial Mulheres Ameaçadas, a equipe do Jornal da Record mostra histórias de mulheres que tiveram coragem de denunciar a agressão sofrida, mas que não foram ouvidas a tempo. Veja!
A lei Maria da Penha, que protege as mulheres contra a violência doméstica, está prestes a completar seis anos, mas ainda encontra obstáculos para punir os agressores e defender as vítimas. Muitas denúncias de violências no Brasil ficam impunes por falta de provas, por vontade das vítimas ou por incapacidade do Estado.
Extra: Repórter comenta impunidade contra agressões mesmo com a Lei Maria da Penha
O repórter Eduardo Ribeiro comenta sobre o capítulo desta terça-feira (10) da série especial Mulheres Ameaçadas, do Jornal da Record. Apesar da Lei Maria da Penha, muitos agressores continuam impunes e por causa desta impunidade muitas mulheres morrem sem ao menos receber proteção do Estado contra homens violentos.
A agressão sexual faz parte dos vários tipos de violência contra as mulheres e representa um trauma difícil de esquecer. Mulheres vítimas de estupros que ficam grávidas tem o direito de abortar e a novidade é um importante hospital público está fazendo um banco de dados com material genético dos fetos para ajudar a Justiça a punir os criminosos.
Extra: Repórter explica novos procedimentos contra o abuso sexual
Na reportagem desta quarta-feira (11), o repórter Eduardo Ribeiro fala sobre agressão sexual. Mulheres vítimas de estupros que ficam grávidas têm o direito de abortar, e a novidade é que um importante hospital público está fazendo um banco de dados com material genético dos fetos para ajudar a Justiça a punir os criminosos.
A reportagem desta quinta-feira (12) mostra que se a lei fosse cumprida no Brasil teríamos menos vítimas de violência doméstica. Muitas vezes, a lei Maria da Penha não coloca medo nos agressores, que sabem que ela não será cumprida. Conheça a história da mulher que mesmo com a proteção da Justiça contra a aproximação do marido ela não durma mais que duas noites no mesmo lugar com medo de ser assassinada.
Denunciar o agressor requer coragem. Muitas vítimas desistem de levar adiante a denúncia por medo, vergonha e ameaças. Mas, uma decisão do Supremo Tribunal Federal permite que o Ministério Público continue a investigação mesmo que a queixa de agressão seja retirada. Nesta sexta-feira (13), na última reportagem da série, as ações do poder público e da sociedade para inibir a violência doméstica.
Extra - Jornalista fala sobre esperança das mulheres agredidas que esperam um recomeço
Na última reportagem da série Mulheres Ameaçadas, o jornalista Eduardo Ribeiro fala sobre as mulheres que recomeçaram a vida após terem passado momentos de violência no relacionamento.
Muito bom vai ser esta materia, pois eu era agredida fisicamente e com palavras , e numca denuciei, por falta de entendimento sobre o caso de violençia contra mulheres, antes homen que não batia nas mulheres eram amormais, hj acordei depois de 32 anos de casada, ele me machucou feio , mas fui a justiça e pediram o ajastamento dele da nossa casa, o processo esta na justiça espero que ele seja processado, desculpa abraçoss.
Precisamos assistir é importante estarmos a par de toda essa realidade que muitas vezes pensamos estar longe de nós e não percebemos que pode estar acontecendo muito próximo. Nós mulheres temos todas as condições para juntas acabarmos com esse cenário de violência e impunidade, para isso é preciso denunciar e em seguida cobrar de nossas autoridades que as providencias sejam tomadas, que as pessoas envolvidas nesse processo estejam capacitadas para prestar o atendimento, seja ele onde for, tanto na área jurídica, qto na saúde, nas delegacias que devem ser especializadas, enfim é hora de mudar.
No caso de MG em que, o assassino está livre, foi falha imcopetência desse Juíz.
Parabéns pela reportagem. Muito bom quando Eduardo Ribeiro comenta a matéria e chama o ex marido de Renata de machista, porque é isto que combatemos: um valor (o machismo) amplamente naturalizado e valorizado em nossa sociedade. A violência contra as mulheres é uma violência machista
para vc ivaldo
Primeiramente parabéns pela série, e na minha opinião os estupradores tinham que pegar pena de morte! porque o que eles fizeram nunca se apagará das mentes dessas mulheres, esses caras se dizem doentes, doentes nada, eles precisam é de vergonha na cara, e respeitárem as crianças e as mulheres.
primeiro jornal no mundo que tem a coragem de fazer estas materias,,,renata rocha era minha visinha e amiga queria muito que a morte dela não ficasse em pune, ele tem que ser preço....parabens pra vcs pois vcs merecem...
essa materia foi fantatica noís mulheres naõ devemos ter mais medo desses homens corvades temos mais é que botar a boca no mundo é naõ ter mais medo de denucia-los
Faço parte desta estatistica. Fui violentada, ameaçada tive vários livramentos de morte es capei de ser queimada com os meus filhos no meu próprio carro, ele conseguiu queimar o meu carro mais graças a Deus sobrevivi a morte até agora, pois vivo escondida com meus filhos e o agressor foi preso mais agora está solto, não é preso porque mudou as estratégias de perseguição, usa terceiros, quartos, quintos para me perseguir. Não tenho paz, nem paradeiro vivo como uma refugiada de guerra. Mais tenho esperança de dias MELHORES.