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Assistente de acusação procura defesa de Bruno para negociar confissão

José Arteiro também disse que pediu proteção para Macarrão na penitenciária

Juliana Ferreira, do R7 MG | 27/11/2012 às 01h23

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O assistente de acusação no júri de Luiz Henrique Romão, o Macarrão, e Fernanda Castro, ex-amante de Bruno, revelou neste sábado (24) que procurou a defesa do goleiro para tentar uma confissão. José Arteiro, que conseguiu que Macarrão desse uma versão parcial do crime, disse que conversou com Lúcio Adolfo, que assumiu a defesa do jogador logo após o desmembramento do processo.

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Segundo Arteiro, o objetivo é fazer um acordo para que Bruno assuma o assassinato.

— Ele não tem muita chance não. Tem que contar o que fez com essa mulher.

O defensor do goleiro, Lúcio Adolfo, não foi encontrado pela reportagem do R7 MG para confirmar a negociação.

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O advogado da mãe de Eliza Samudio também disse que pediu proteção para Macarrão na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, onde o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, também está detido. Segundo Arteiro, Macarrão estava com medo de ser morto por Bola, um "sujeito perigoso".

— É um matador. Ficou chorando lágrimas de crocodilo. O Macarrão me disse: "Vou fazer isso aqui, mas sei que ele vai me matar". Se o Bola sair, vai ter que me procurar primeiro, que fui o articulador.


Confissão de Macarrão beneficia Bola, diz defesa 

Apesar de a promotoria acreditar na participação de Bola no crime, a defesa deve usar a confissão de Macarrão, que não citou o ex-policial na trama, para provar sua inocência. Ércio Quaresma, que abandonou o plenário no primeiro dia de júri, disse que nem mesmo o homicídio está provado, pois Macarrão disse apenas que "pressentiu".

— Em momento algum, ele falou que ela morreu. Se já não tinha prova, agora com a confissão do réu, menos ainda. O Ministério Público, que conseguiu a condenação do réu, ou acredita no Macarrão ou não acredita no Macarrão. Não tem meio termo. 

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Quaresma também disse que vai provar que as interceptações telefônicas feitas pela Polícia Civil foram fraudadas.

Mesmo assim, Arteiro não tira Bola da jogada e quer que o réu diga onde estão os restos mortais de Eliza.

— Agora chegou a vez de eles prestarem conta. Quero fazer acordo. Queros os restos mortais. Não adiante esconder o corpo.

 

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