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Defesa do primo do goleiro Bruno abandona o caso após entrevista para TV

Jorge Luiz Rosa declarou que atleta sabia que Eliza Samudio seria morta

Márcia Costanti, do R7 MG | 25/02/2013 às 11h01
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Depois de uma série de declarações que foram ao ar ontem (24) no Fantástico, programa exibido pela TV Globo, Jorge Luiz Rosa, primo do goleiro Bruno Fernandes, terá que procurar um novo advogado. Eliézer Almeida, que representava o jovem, decidiu abandonar o caso depois da entrevista em rede nacional. Rosa é considerado testemunha- chave no processo que investiga a morte da modelo Eliza Samudio, em 2010.

— Decidi deixar porque ele deu esta entrevista sem o meu consentimento, orientação ou conhecimento. Além disso, não tive qualquer contato com ele durante estes últimos dias.

O advogado ressalta ainda que o jovem "cumpriu seu dever com a sociedade", já que terminou de cumprir medida socioeducativa e, por isso, não precisa obrigatoriamente do acompanhamento de um advogado. Na época do crime, o primo de Bruno era menor de idade e confessou ter dado três coronhadas em Eliza dentro do carro, no trajeto entre Rio de Janeiro e Minas Gerais. Ele chegou a serincluído no programa de proteção à testemunha, mas saiu no final do mês de janeiro. Almeida ressalta ainda que a versão apresentada pelo ex-cliente na entrevista é real e mais "fidedigna" até então.

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— Ele foi iludido, enganado, induzido pelo Macarrão. Por todas as conversas que eu tive com ele, eu sei que o Bruno não pediu, nem encomendou ou participou da morte da Eliza.

Embora afirme que foi Macarrão quem planejou o crime, Rosa ressaltou que não havia como Bruno não saber do que estava acontecendo.Esta é a terceira vez que o primo do goleiro muda a versão de seu depoimento. Ele chegou a declarar inicialmente que tinha visto Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, jogando os restos mortais da modelo para os cachorros comerem, mas depois negou os fatos.

O advogado disse ainda desconhecer o fato de que o ex-cliente teria recebido uma oferta de R$ 15 mil para matar a atual mulher do goleiro Bruno, Ingrid Oliveira.

— Este fato é novíssimo pra mim. Ele nunca comentou isso comigo, jamais.

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais confirmou hoje (25) que Rosa está arrolado como testemunha para depor no julgamento do goleiro, que começa no próximo dia 4 de março.

 
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