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Mãe de Eliza Samudio pede indenização pela morte da filha

Advogado de Bruno recorreu da expedição da certidão de óbito da modelo

Juliana Ferreira, do R7 MG | 30/01/2013 às 08h58
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Com a expedição da certidão de óbito da filha, a mãe de Eeliza Samudio quer começar outra batalha contra o goleiro Bruno na Justiça. A defensora de Sônia de Fatima Moura, Maria Lúcia Gomes, deve entrar, nos próximos dias, com um pedido de indenização para o filho do jogador com a ex-modelo.

O advogado José Arteiro, que também defende a mãe de Eliza e é assistente de acusação no julgamento dos réus, confirmou que o atestado da morte da jovem, atestada pelo depoimento de Macarrão no plenário, permite que o filho dela receba por danos morais e materiais. Afinal, a criança perdeu "o bem mais precioso", sua mãe.

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Apesar de estar ciente da confecção do documento, Sonia ainda não teve acesso a ele. A certidão aponta que a ex-modelo foi assassinada por esganadura na casa do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, no bairro Santa Clara, em Vespasiano. A data da morte de Eliza foi marcada como 10 de junho de 2010, e o corpo de Eliza consta como "insepulto", pois teria sido "ocultado". O horário da morte é "ignorado". Por enquanto, os defensores não falaram se ela pedirá uma quantia específica de indenização.

A família de Eliza também aguarda o processo que tramita em segredo na referente à pensão alimentícia para Bruninho. Na última segunda-feira (28), a Justiça do Rio de Janeiro também ordenou a venda do sítio do goleiro em Esmeraldas, na região metropolitana de Belo Horizonte. Segundo o TJRJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), a venda da propriedade, que não teve o valor divulgado, servirá para pagar a pensão atrasada.


Recurso


Os defensores de Bruno Fernandes e Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, acusados do desaparecimento e morte de Eliza Samudio, decidiram recorrer da emissão do atestado de óbito da ex-modelo, que ficou pronto na última quinta-feira (24), em Vespasiano, na Grande BH.

O advogado do jogador, Lúcio Adolfo da Silva, confirmou que já pediu a invalidação do documento na Justiça, pois considera que a juíza Marixa Fabiane Lopes não é "competente para decidir isso".

— Quem resolve isso é o juiz da vara cível. Ela vai julgar o Bruno. Se ela considera que a Eliza está morta, está julgando ele antes. Por que não pode esperar o julgamento, em até 4 de março?

Ércio Quaresma, um dos advogados de Bola, também deve fazer o mesmo. Ele recorreu da decisão da magistrada de expedir o documento no dia 11 de janeiro, o que foi negado.

Quaresma afirma que a decisão é "ilegal" e que irá procurar o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) para representar contra a magistrada que, na visão do advogado, tem "ajudado a promotoria".

— [A emissão da certidão de óbito de Eliza] é mais uma prova que nós não temos uma juíza oficiando no caso. Temos dois promotores.

A defesa de Bola deve pedir, também, afastamento da magistrada.


Novo júri

O goleiro Bruno, a ex-mulher dele, Dayanne Souza e o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos vão a júri popular no dia 4 de março pelo sequestro e morte de Eliza. Em novembro de 2012, Luiz Henrique Romão, o Macarrão, e Fernanda Gomes, ex-amante do jogador foram condenados no caso.

 
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