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30 de Outubro de 2014

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Minas Arena é multada em R$ 1 milhão por falhas graves na reabertura do Mineirão

Banheiros sem água, bares fechados e atraso no estacionamento provocaram revolta

Enzo Menezes, do R7 MG | 04/02/2013 às 15h46
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O consórcio Minas Arena, responsável pela administração do Mineirão nos próximos 25 anos, foi multado em R$ 1 milhão pelo governo de Minas Gerais por causa da falta de estrutura oferecida aos 52 mil torcedores que foram ao estádio no domingo (3). Na reabertura do Gigante da Pampulha após as obras para a Copa 2014, sobrou desrespeito à torcida que presenciou a vitória de 2 a 1 do Cruzeiro sobre o Atlético pelo Campeonato Mineiro.

A ausência de água em bebedouros e banheiros, o alagamento de sanitários, o atraso na abertura de bares e estacionamentos - que provocou falta de comida e engarrafamento recorde na região -, a não existência espaço destinado a pessoas com deficiência, entre outros graves transtornos, provocaram a multa.

O governador Antonio Anastasia lamentou o festival de erros na inauguração da obra.

— Tivemos sérios equívocos, erros, defeitos, sob o ponto de vista da operação do estádio. Então, nós chamamos aqui a Minas Arena, que é o consórcio gestor do Mineirão, para saber das medidas que devem ser tomadas imediatamente.

Imagens mostram desabafo de pai tentando conseguir água para o filho no Mineirão

Reabertura do Mineirão é marcada por desorganização e falta de informação

O presidente da Minas Arena, Ricardo Barra, e o secretário Extraordinário da da Copa do Mundo, Tiago Lacerda, concederam entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira (4) para explicar os problemas enfrentados pelas torcidas.

Mais cedo, a Copasa, em comunicado, garantiu que faltou água no Mineirão por problema gerencial da Minas Arena, já que o fornecimento na região da Pampulha não sofreu qualquer interrupção durante o fim de semana.

Por falta de luz e equipamentos, o Juízado Especial não pode ser instalado dentro do estádio, o que provocou reação da Associação dos Magistrados Mineiros. Em nota, a Amagis destacou que "repudia o despreparo e a desorganização da empresa administradora do Mineirão".

 
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