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31 de Outubro de 2014

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PM que matou mãe e filha avisa por celular que vai se entregar

O policial militar está sumido desde domingo

Juliana Ferreira, do R7 MG | 12/06/2012 às 12h10
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O policial militar Marco Antônio Alves, suspeito de matar a mulher e a filha a tiros, enviou uma mensagem de celular ao comandante do batalhão onde é lotado avisando que vai se entregar, hoje, no final do tarde, na Delegacia de Homicídios da capital. De acordo com o tenente coronel Fagundes, mesmo se entregando, o cabo deve ficar detido em uma unidade militar.

O policial militar está sumido desde domingo, quando foi apontado como suspeito de matar a mulher e a filha de 13, em Ribeirão das Neves, na região metropolitana. Segundo declarações do chefe da sala de imprensa da Polícia Militar de Minas Gerais, major Gilmar ao R7 MG no início da noite desta segunda, o cabo Marco Antônio ainda era procurado pela corporação. Outra filha, também atingida, continua hospitalizada.

- Todos queremos (PM) esclarecer esse caso o mais rápido possível e saber o que aconteceu. Eu particularmente não acredito que ele tenha cometido o crime devido a uma conta de telefone, mas só podemos ter certeza após encontra-lo.
Segundo relato de vizinhos, o PM é um homem bastante violento e agredia a mulher com frequência, e que por medo de acontecer algo pior, ela nunca o denunciou.

Já colegas da corporação disseram que o PM não era violento, embora estivesse afastado do serviço externo. Atualmente, ele atuava apenas como sentinela no quartel.
 
O caso

O policial militar matou a mulher e uma filha de 13 anos por causa de uma conta de telefone que considerou alta demais [o valor era pouco mais de R$ 100]. Descontrolado, ele cortou o fio do telefone e depois disparou contra a família.
O crime aconteceu na noite de domingo (10) em Ribeirão das Neves, na região metropolitana de BH. Viaturas do 34º Batalhão da PM procuram pelo homem nas redondezas do sítio onde a mulher e as filhas moravam, no bairro Primavera.
O casal não vivia junto, mas ele sempre ia à casa da mulher e os vizinhos escutavam discussões.
O militar é cabo e trabalha no 34º batalhão da capital há mais de 20 anos. O tenente coronel Fagundes, comandante do batalhão, disse que "nunca teve nenhum problema com ele, sempre considerado bom policial. Nós estamos perplexos".

 
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