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Policial que teria atirado em adolescente em aglomerado de BH volta ao trabalho

Cabo Alves está "no mesmo nível dos demais", segundo comandante

Ramon Guerra, do R7 MG | 02/04/2013 às 00h30
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O policial suspeito de ter sido o responsável por um disparo que atingiu um adolescente de 16 anos em um beco do aglomerado da Serra, na região centro-sul de Belo Horizonte, está de volta ao trabalho. Segundo a Polícia Militar (PM), o cabo Alves, como foi identificado, teve o retorno autorizado após passar por exames médicos que comprovassem a capacidade psicológica do homem para o serviço.

A autorização aconteceu na sexta-feira (22), e o militar continua lotado no 22º Batalhão, onde trabalhava antes do incidente. O tenente-coronel Alfredo Veloso, comandante da unidade, não confirma se o cabo foi reconduzido ao serviço de rua, e diz apenas que "ele está à disposição" e "no mesmo nível dos outros militares, trabalhando normalmente". Conforme a descrição de Veloso, Alves está autorizado a participar de operações como a que resultou em sua prisão preventiva.

O PM assumiu ter disparado no beco onde o adolescente foi atingido na terça-feira (19). Ele foi indiciado por lesão corporal e solto na quarta-feira (20). Outros dois soldados que participaram da operação e estavam detidos foram soltos após a confissão. O inquérito foi encaminhado à Justiça Militar.

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Suspeito de provocar tiroteio em baile funk é preso tentando se esconder em armário

O caso

O tumulto aconteceu na manhã de segunda-feira (18) durante investigações sobre um tiroteio ocorrido na noite do dia anterior durante um baile funk realizado no aglomerado. Na ocasião, uma pessoa morreu e outras 13 ficaram feridas.

O militar alegou que um rapaz de camisa vermelha teria atirado em direção à viatura e que, por isso, revidou. Somente mais à frente é que os policiais teriam percebido o adolescente baleado. Conforme o tenente-coronel, ainda não há a confirmação de que o rapaz foi atingido pelo militar ou pelo suposto bandido. Segundo moradores, entretanto, o policial entrou atirando em um beco atingiu o garoto de 16 anos que estava sentado na porta de casa.

Os irmãos Alberto e Augusto Alves Celestino, de 22 anos, foram detidos suspeitos de terem participado do tiroteio que originou a operação policial no aglomerado.

 
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