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Publicado em 22/02/2012, às 08:14 :: atualizado em 22/02/2012, às 08:15

Repórter Record investiga o que acontece nas “baladas”, as festas que agitam os jovens

bsoliveira

Músicas que só exaltam a sexualidade. Movimentos que simulam o ato sexual de uma maneira vulgar. Violência, bebidas e drogas. No Repórter Record deste domingo, Marcelo Rezende investiga o que acontece nas “baladas”, as festas que agitam os jovens e tiram o sono dos mais velhos.

Roupas mínimas, corpos à mostra e até peças íntimas para quem quiser olhar. Nos bailes funks, pode de tudo. Até passar a mão em quem não se conhece. Nossas câmeras mostram o que acontece nas baladas “proibidonas”: festas que nasceram nas periferias das grandes cidades, mas que hoje agitam a juventude classe média e geram fortunas para artistas e organizadores.

Se em local fechado já é difícil controlar, imagine nas festas a céu aberto e com entrada franca. Você vai ver como bairros residenciais se transformam numa terra de ninguém durante essas baladas. Bêbados espalhados pelas ruas, sujeira, brigas e muita confusão. Um encontro que deveria ser marcado pela celebração, mas que acaba chamando mais a atenção pelo número de atendimentos feitos pelas equipes de resgate.

O que os pais podem fazer? Como controlar o comportamento do filho no meio de uma festa que reúne milhares de pessoas? Eles conseguem dormir sabendo de tamanha apelação? Ou nem sabem? Você vai acompanhar, minuto a minuto, o sofrimento dos pais de uma jovem que cai na balada com as amigas. Ela promete se comportar como eles recomendaram. Mas será que longe do crivo paterno ela vai mesmo cumprir o que prometeu? Você vai ver que não é bem assim…

E ainda: o motorista que foi espancado até a morte numa balada, o funkeiro que vive com três mulheres (já foram outras quatro) e arrasta multidões por onde passa, o vendedor que vai na balada de ônibus e ainda conta que é jogador de futebol para conquistar as meninas, e muitas outras histórias que revelam bem o que acontece na noite enquanto os pais estão em casa (dormindo ou de olhos bem arregalados). Neste domingo, no Repórter Record, logo depois do Domingo Espetacular.

Comente

    1. Cicero disse: 27/02/12 ás 00:22

      Parabéns, Marcelo você mostrou realmente a verdade nua e crua deste cancêr social que é o baile funk.
      Sua mensagem final não podia ter sido melhor: A família é o caminho pra do caráter.

    2. Bruno disse: 27/02/12 ás 00:31

      Assisti um programa que se diz “livre” voltado para jovens na emissora líder no Brasil onde aprensentava o Mc Catra, sua “obra” e sua profunda cultura de poligamia, mulher cachorra e outras mais.
      Ao ligar a TV nesse domingo, dou de cara com a matéria do Reporter Record com o mesmo indigno personagem surreal.
      A diferença entre os programas foi abissal, com um posicionamento crítico e ético da Record contra uma absoluta irresponsabilidade de exaltação a esse indivíduo na outra emissora.
      Além de bebidas, drogas e violência, os pais ainda tem que lutar contra uma programação de completo “deserviço” de uma emissora que pela sua posição de liderança e formação de opinião deveria se importar minimamente com sua programação.
      Record, parabéns pela reportagem.
      “Qualidade, a gente vê na Record.”

    3. Robson Martine disse: 27/02/12 ás 00:35

      Eu assiste e adorei a matéria , parabéns para toda a equipe que trabalhou nesta matéria .
      Que as autoridades que por nós foram estabelecidas tomem uma providencia para acabar com esta baderna cheia de imoral na nossa sociedade .
      Isso denigre a imagem de mulher , desrespeita os idosos e é uma ofensa a família .
      Como podemos aceitar que moradores sejam reféns em suas próprias residencias ?

    4. Roseney disse: 27/02/12 ás 00:38

      Espetacular!!! Parabéns a todos da equipe por esse programa que foi nota 1000… Deveria passar em todas as escolas, porque não sei o que se passa na cabeça desses jovens, o que eles chamam de diversão é simplesmente vergonhoso e triste. É triste ver o comportamento dessas “meninas” que parecem pensar que com o sexo se tornarão adultas e independentes… Até aonde isso vai chegar, aonde está a polícia que não inibe esses bailes em plena rua, que não acaba de vez com essa apologia ao crime chamada funk, e o pior de tudo aonde estão as famílias desses jovens que não educam, não controlam e liberam tudo como se balada fosse algo vital na vida de um jovem… Já fui jovem e dou graças a Deus pelos meus pais, que sempre me controlaram e jamais me deixaram ir em festas e que antes eram comportadas, nem sair à noite, eu entrei em uma boate pela primeira vez quando eu tinha 30 anos e confesso que detestei… Nada disso me fez falta e se isso tornar o jovem um anti social muito melhor, já que o tipo de “amigos” que se arrumam em lugares assim, são totalmente dispensáveis… Hoje sou mãe e assisti ao programa junto com a minha filha de 11 anos, converso muito com ela, falo das consequências desse tipo de comportamento e procuro dar a ela exemplo de trabalho, estudo e dedicação às coisas que realmente tem valor nessa vida, não fazer nada hoje para se arrepender amanhã. Liberdade não é brincar com a vida, não é ser irresponsável, nem inconsequente, é saber viver em sociedade, respeitando o direito do outro, entendendo que o direito de um termina quando começa o do outro. Seria muito bom se esse programa fosse divulgado em todas as escolas, a conscientização precisa começar desde os pequenos e principalmente que essa divulgação de alguma forma atingisse também os pais para que aprendessem a levar a educação a sério. Mais uma vez PARABÉNS!!!!!

    5. kayoma araujo dos santos disse: 27/02/12 ás 00:44

      Boa noite, Marcelo rezende, gostaria em primeiro lugar elogiar você e o seu maravilhoso trabalho, lhe considero um dos melhores apresentadores de telejornalismo. Bom, eu tenho 20 anos, e fico perplexa com a realidade dos jovens de hoje, eu gosto muito de sair, eu namoro a 3 anos, e nós sempre saímos para bares e passeios assim mais tranquilos mesmo, mais casal. Em fim vim comenta o que você disse ao encerrar o programa, que a educação e a forma que os jovens se portam hoje vem de casa, de berço, concordo plenamente e me tiro como exemplo, pois nunca vi meus pais envolvidos em qualquer espécie de vício, e portanto nunca fui de me apegar em baladas, musicas e danças que expõem o sexo, alcool e qualquer derivado.
      infelizmente esses jovens que não correm atras de um futuro hoje, enquanto ainda podem, não poderão esperar da vida algo muito promissor, eu sou estudante pré vestibulanda de medicina e deixo um exemplo de vida a desejar. Muito obrigada a todos, e parabéns pelo trabalho de vocês.

    6. Edson Oliveira disse: 27/02/12 ás 03:08

      Fiquei simplesmente perplexo vendo coisa tão surreal. Se me contassem, iria achar que era algo que ocorre esporádicamente e em guetos de bandidos, drogados, prostitutas e todo tipo de escória, mas infelizmente vendo as imagens constata-se que, na maioria, são jovens que poderiam estar contribuindo para criação de um país melhor, mas preferem jogar tudo na valeta, por total falta de senso, de carácter e, principalmente de princípios cristãos.
      triste, muito triste isto !
      Fico profundamente triste pela maioria das famílias que, certamente, não quereriam isto pra seus filhos.
      Parabéns Rede Record ! Continuem nos presenteando com jornalismo sério e conscientizador das mazelas das sociedades.

    7. ana paula disse: 27/02/12 ás 15:15

      tenho cinco filhos sendo que 3 estao na adolecencia onde vendo esta reportargem fica cada vez mais dificil deixar que nossos filhos saem de casa; mais tambem classifico este como culpa de muitos pais que fecham os olhos diante desta vergonha!isto me deixa muito triste;porque o que sera do futuro dos filhos destes que o fazem em baladas;fora que sao jovens bebendo; se prostituindo e o pior meninas se desvalorisando e se vulgarizando de tal forma que da vergonha de assistir essa cena.fica aqui a minha indignacao…..

    8. Marcelo ismail disse: 27/02/12 ás 20:56

      Olá adorei a matéria deste domingo 26/02/2012, trabalho no SAMU e gostaria de rever o vídeo desta edição desde já muito obrigado

    9. Rodrigo disse: 10/04/12 ás 21:15

      “o vendedor que vai na balada de ônibus e ainda conta que é jogador de futebol para conquistar as meninas”

      kkkk