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Publicado em 28/03/2012, às 22:11 :: atualizado em 02/04/2012, às 01:05

Exclusivo: Marcelo Rezende encontra “Rambo”

lmmoreira

Março de 1997. Vem a público um vídeo que mudaria as leis e as regras de conduta da PM em todo Brasil. Policiais militares que patrulhavam uma favela na periferia da Grande São Paulo são flagrados torturando e até matando quem passava pelo local.

Uma reportagem de Marcelo Rezende, exibida em horário nobre, revelaria todos os detalhes daquela operação e apresentaria ao país o principal personagem da trama, um soldado chamado Otávio Lourenço Gambra. Um policial que, a partir daquele dia, ficaria conhecido como "Rambo".

No Repórter Record deste domingo (1°), exatos 15 anos depois, Marcelo Rezende e Rambo ficam frente a frente. O repórter que denunciou o esquema e o homem condenado pela Justiça a 65 anos de prisão.

Assista ao programa na íntegra!

O que o ex-soldado faz hoje? Quanto da pena ele de fato cumpriu? Será que se arrependeu? Em uma longa conversa com Marcelo Rezende, Rambo conta passagens inéditas daquela madrugada em Diadema e relembra as cenas que, além de entrar para a história da televisão brasileira, obrigariam a Justiça e a PM a mudar suas regras.

A equipe do programa também descobre o destino dos outros policiais envolvidos na operação da Favela Naval e encontra a família do mecânico Mário José Josino, que traz a público um desdobramento surpreendente desta história.

O Repórter Record vai ao ar às 23h15, logo após o Domingo Espetacular.

Comente

    1. Alessandra disse: 03/04/12 ás 11:54

      Eu acho que o Rambo agil certo, se as punições fosse mais rigorosas hoje o mundo não estaria desse jeito, e ele não é o unico, existe muitos policiais assim, é que o Rambo deu azar de alguem estar filmando,O Rapaz que infeslismente morreu, não foi o Rambo que matou ele é inocente.

    2. david pereira da silva disse: 04/04/12 ás 11:35

      Eu acho qui ele ja pagou na justiça pelo o que fez, agora falta ele se arrepender de coração e buscar a Deus, pois Ele pode perdoa-lo.

    3. fredson moura santos disse: 04/04/12 ás 22:17

      sou pm e é claro q não concordo com tortura, hoje a nossa pm é outra, sem espaço para este tipo de conduta, porém vários policiais continuam morrendo nas mãos de criminosos, assim como também morre o cidadão de bem e eu não vejo ninguém fazendo reportagens para lembrar a memória de heróis que morreram tentando salvar vidas, recuperar ou defender o patrimonio dos outros que talvez nós policiais nunca teremos. Desde este fato da favela naval quantas mães, esposas, filhos e filhas perderam seus familiares que eram policiais e ninguem fala nada, ninguem lembra nada.

    4. flavio disse: 13/04/12 ás 14:05

      si é com meu pai eu ja tinha ido atras deli ah muito tenpo fazeria o mesmo que eli fes com meu pai ó pior

    5. reinaldo disse: 29/04/12 ás 20:44

      O PM que descomprir as regras,não protegendo o povo paulista tem sim que pagar pelos seus erros,foi no meu caso fui PM a doze anos,me viçiei no jogo de bingo,e fui mecher com a máfia do bingo e acabei sendo preso no romão e demitido da pm,o policial em geral jamais pode se contaminar com os mafiosos porque a coisa é certa a corda sempre rompe para o lado mais fraco,fuiiiii