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Publicado em 14/12/2012 às 18h57 (Atualizado em 14/12/2012 às 18h57)
Brasil mantém hegemonia e conquista o mundial de futsal
Seleção teve de superar Espanha e contusão de falcão para levantar sétimo título
O Brasil teve de superar muitos problemas para conseguir conquistar seu sétimo título mundial no futsal. A equipe passou 3 jogos sem contar com Falcão, mas venceu a Espanha por 3 a 2 e faturou a competição que aconteceu na Tailândia.
Logo na estreia, a seleção brasileira tomou um susto. A vitória sobre o Japão foi fácil, por 4 a 1, mas o ala Falcão se machucou e virou dúvida, naquele momento, para o restante da competição.
Nas outras partidas do Grupo, o Brasil conseguiu duas vitórias sem seu principal jogador. Na segunda rodada bateu a Líbia por 13 a 0 e depois venceu Portugal por 3 a 1.
As oitavas de final trouxeram de volta Falcão, que teve uma recuperação surpreendente e também um alívio. O Panamá surpreendeu ao se classificar como um dos melhores terceiros colocados, mas não resistiu ao Brasil e sofreu a maior goleada do torneio por 16 a 0 (placar igual da partida entre Rússia e Ilhas Salomão).
Nas quartas de final o adversário era um velho conhecido. A Argentina chegou ao torneio com a moral de conquistar o Sul-Americano jogando em terras brasileiras, mas desta vez não teve jeito.
Os portenhos saíram na frente com dois gols no primeiro tempo, mas o Brasil empatou em 2 minutos da etapa complementar. Na prorrogação brilhou a estrela de Falcão e o Brasil manteve a escrita de sempre estar em todas as semifinais de Mundial.
Fase essa que parecia fácil, já que o adversário era a Colômbia, país sem tradição na modalidade, mas o jogo foi difícil com uma suada vitória por 3 a 1.
A final teve contornos emocionantes. O Brasil saiu na frente, sofreu a virada e só foi empatar no fim do segundo tempo com Falcão, já usando o goleiro linha. Faltando 19 segundos para o fim da prorrogação, Neto fez uma jogada espetacular e marcou o gol que deu a sétima conquista brasileira em mundiais na modalidade.
A curiosidade ficou para a seleção japonesa que contou com Kazu, de 45 anos, que já tinha brilhado no futebol de campo brasileiro atuando por equipes como Santos e Palmeiras.











