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Publicado em 26/12/2012 às 17h12 (Atualizado em 26/12/2012 às 17h15)
Greve: bombeiros e policiais pararam por melhores salários às vésperas do Carnaval
Militares acabam presos após acusação de formação de motim
Do R7
Bombeiros, policiais militares e civis do Rio de Janeiro decretaram greve por volta das 23h20 do dia 9 de fevereiro. Mais de 2.000 manifestantes se reuniram na Cinelândia, centro da capital, para anunciar a paralisação e cobrar ao governo do Estado aumento salarial. Horas antes, a Alerj (Assembleia Legislativa do Rio) aprovou reajuste de 38,81% até 2013 para as categorias, o que foi considerado insatisfatório. A greve chegou ao fim quatro dias depois, às vésperas do Carnaval.
Um dia antes de o movimento anunciar a paralisação, o então cabo do Corpo de Bombeiros, Benevenuto Daciolo, foi preso ao desembarcar no Rio sob suspeita de arquitetar motins com líderes manifestantes da Bahia.
Outros 20 policiais e bombeiros foram presos no complexo penitenciário de Bangu, na zona oeste. Dia 16 de fevereiro, após manifestações, eles foram transferidos para unidades prisionais militares.
Em março, Daciolo e mais 12 bombeiros acabaram sendo expulsos da corporação por determinação do comando-geral. No mesmo mês, 12 policiais militares também foram exonerados.











