Rio de Janeiro

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24/8/2013 às 01h00

Linha do Medo: em troca de drogas, homens, mulheres e menores de idade se prostituem nas estações de trem

Em São Cristóvão, travestis fazem programa em lugares públicos

Do R7

Menores de idade se prostituem à luz do dia nas estações de trem Reprodução Rede Record

Na rede ferroviária do Rio existem ao menos cinco pontos de prostituição. A última reportagem da série Linha do Medo, exibida no Balanço Geral RJ, mostra que homens, mulheres e até menores de idade se prostituem em troca de drogas. Em Turiaçu, na zona norte da cidade, algumas mulheres chegam a dormir em barracas ao lado da linha do trem.

Uma mulher identificada como Rose falou que chega a usar dez pedras de crack por dia. Ex-moradora da Cidade de Deus, comunidade da zona oeste do Rio, ela começou a se drogar após perder a guarda dos filhos.

Na mesma estação, um homossexual oferece crack para fazer sexo com um garoto de programa. Essa ação pode se configurar como tráfico de drogas.

No trecho entre Madureira e Rocha Miranda, zona norte do Rio, menores de idade entram na linha do trem por pequenas aberturas feitas nos muros. Elas fazem programas à luz do dia em camas improvisadas no meio do mato.

Um dos principais pontos de prostituição fica na Central do Brasil, no centro. Em meio ao vai e vem de passageiros, garotas de programa aguardam clientes próximo à estação. Na região da Central, as mulheres sempre atendem em motéis.

Em São Cristóvão, na zona norte, a situação é diferente. Os travestis que se prostituem na estação fazem programas até na passarela. Um dos travestis que trabalha na região afirmou que o programa é feito em espaços públicos.

— Motel aqui é caro e na escada é mais em conta e o preço combina com o trem.

Veja a reportagem:

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