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21 de Setembro de 2014

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“Viram minha mulher e minha filha no carro e atiraram ”, diz marido de jovem morta em assalto

Sargento bombeiro tentou socorrer esposa, mas ela chegou morta a UPA

Isabele Rangel, do R7 | 09/12/2012 às 12h36

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Revoltado com a morte da mulher em uma tentativa de assalto, no bairro de Colégio, na zona norte do Rio de Janeiro, na noite deste sábado (8), o sargento do Corpo de Bombeiros Anderson Costa da Silva afirmou que os bandidos que cometeram o crime sabiam que estavam atirando em uma mulher e uma criança. Jaqueline Madeira do Nascimento foi baleada quando tirava o carro de uma vaga na rua e estacionava na garagem de casa. A vítima estava com a filha de apenas dois anos no banco do carona.

— O vidro estava aberto, ou seja, foi visto que só tinha ela a minha filha dentro do carro, e atiraram da mesma forma. Atiraram cinco vezes.

A vítima foi abordada por homens que estavam em dois carros: um Meriva e um Chevette. Costa da Silva acredita que a mulher não tenha reagido à abordagem.

— Não aparenta que houve reação, porque não houve colisão. Ela estava a 50 cm do carro da frente. Não havia ângulo para sair. Além disso, o carro dela não estava arranhado no para-choque; nem o carro da frente. Então, eu não acredito que ela tenha tentado reagir ou fugir.

O sargento bombeiro contou que estava próximo ao local do crime e que tentou socorrer a mulher com a ajuda de um amigo, mas ela já chegou morta à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Irajá, também na zona norte.

— Eu escutei os tiros e saí correndo. Levei cinco segundos para chegar ao local. Estava a uns 30 metros de lá. Cheguei correndo e já vi o carro dela parado e ouvi uma gritaria no meio da rua. Vi que ela estava caída em cima do banco. Tirei ela do carro para ver se conseguia fazer alguma coisa. Coloquei ela no carro e levei para a UPA de Irajá.

Jaqueline, que estava no carro com a filha de dois anos, tinha ainda outra filha com o marido. No entanto, na hora do crime a criança mais velha estava com o pai e não viu a mãe ser morta.

O caso está sendo investigado pela DH (Divisão de Homicídios) da Capital, na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro.

O enterro de Jaqueline está marcado para às 11h da manhã de segunda-feira (10), no Cemitério de Irajá. O velório será na capela A.


 
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